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E a posição sexual certa para engravidar é…

segunda-feira, 26/03/2018, 12:24 - Atualizado em 26/03/2018, 12:42 - Autor:


Na tentativa de fazer a gestação acontecer, boa parte dos casais recorre à sabedoria popular e aposta nos mais variados macetes durante e após o sexo. Mas o que a ciência diz sobre isso? De acordo com Ana Lucia Beltrame, ginecologista, obstetra e membro da American Society for Reproductive Medicine, "não há qualquer evidência concreta de que a posição sexual aumente ou diminua a chance de engravidar".


Dar preferência àquelas em que o quadril da mulher fica elevado ou a penetração é mais profunda só é plausível se ambos acharem mais confortável ou prazeroso – porque, no fim das contas, o que importa é mesmo é tentar o maior número de vezes possível. E é aí que a expert derruba outro mito. "Aguardar alguns dias somente para que o parceiro possa acumular esperma é desnecessário. O espermatozoide não fica mais forte ou mais rápido por causa disso", observa Ana Lucia. Agora, se quiser descansar ou simplesmente não estiver a fim de transar, tranquilo.

O que realmente funciona


Além de deixar o preservativo de lado e investir em uma vida sexual (bem) mais ativa, recomenda-se não perder a ovulação de vista. E como não é possível saber o dia exato, calcule sempre 14 dias antes do final do seu ciclo considerando a média dos últimos cinco meses.

Quando se preocupar


Ana explica que engravidar não é tão fácil como parece. Antes dos 35 anos, a chance é de aproximadamente 25%, diminuindo progressivamente porque a reserva e a qualidade ovariana caem com o avançar da idade. “Nessa fase, só consideramos que há uma dificuldade anormal após um ano de tentativas frustradas”, conta a especialista.

Depois dos 35, esse prazo é reduzido para seis meses. Passado esse período, o casal deve se submeter a alguns exames relacionados à fertilidade e, dependendo do diagnóstico, é definido o tratamento ideal – relações sexuais programadas, procedimentos cirúrgicos e fertilização in vitro são alguns dos recursos disponíveis atualmente.


(Com informações da revista Cosmopolitan)

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