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Duas décadas de belas imagens

domingo, 25/08/2013, 10:27 - Atualizado em 25/08/2013, 10:27 - Autor:


A Kamara Kó Galeria completa dois anos neste domingo com uma grande etapa realizada: a participação em uma das maiores feiras de comercialização de obras fotográficas no pais, a SP-Arte/Foto, que encerra hoje em São Paulo. Para a galerista Makiko Akao, isso representa mais do que oportunizar a outros públicos o acesso as obras de artistas paraenses, mas também, o ensejo de difundir conceitos, espalhar esses olhares distintos, com imagens feitas a partir do entendimento da reflexão da linguagem.


Quando a galeria foi criada, em 2011, já existia a agência homônima, que tinha como função vender imagens. Com o passar do tempo, e com a mudança do status da fotografia no circuito da arte contemporânea, surgiu a necessidade de expandir a atividade comercial, conceitualmente. Então, a partir da ideia de que as imagens do banco representavam muito mais que produtos a serem vendidos, exatamente pela qualidade técnica e estética das produções, era chegado o momento de transformar o local em galeria.


Com 17 artistas agenciados, a equipe da Galeria empenha-se na realização de eventos diversos em Belém, para expandir as ações de aproximação de públicos. “Acreditamos que na capital paraense ainda não existe um público sólido para o consumo de arte, então é também nossa missão estimular esse cenário. Com a galeria e com as exposições, podemos trazer os visitantes para o nosso ambiente o que os aproxima dos artistas e de suas produções, com a intenção de expor não só o trabalho final, mas também o nosso funcionamento”, explica Makiko Akao.


Para Fernanda Feitosa, diretora executiva da SP-Arte/Foto, é importante que uma galeria da região norte participe do evento. E esta é a primeira vez que a também idealizadora da feira consegue a façanha. Ela admite que existem obstáculos ainda para que isso aconteça, mas enfatiza o trabalho profícuo de Makiko para que as obras de artistas paraenses possam começar a circular com mais intensidade no eixo sudeste, onde tradicionalmente escoa o mercado de artes no Brasil.


“A feira é nacional e para nós, conseguir abranger outras regiões é muito importante. A participação da Kamara Kó representa um passo grande para nós também, da feira, já procurados expandir a participação de galerias que não sejam unicamente da região sudeste. Além disso, o intercâmbio de obras consolida a galeria no mercado. Os artistas paraenses têm um olhar diferente e nós queremos isso na feira. Enriquece o evento”, diz Fernanda Feitosa.


(Diário do Pará)

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