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Lucinnha Bastos celebra o romance

quarta-feira, 12/06/2013, 08:01 - Atualizado em 12/06/2013, 08:02 - Autor:


Para os casais apaixonados e interessados em curtir boa música, a cantora paraense Lucinnha Bastos faz hoje o show “Nome de Mulher”, projeto próprio que tem como foco a figura feminina como temática poético-musical. A apresentação será às 20h, no Theatro da Paz e os ingressos estão à venda na bilheteria por R$ 30. 


É a quinta edição do show, realizado pela última vez em 8 de março, Dia Internacional da Mulher. “Mas é a primeira vez que o repertório é mais voltado para o amor, por conta do Dia dos Namorados”, revela Lucinnha. A data, na verdade, foi uma feliz coincidência de calendário do Theatro. “Eram músicas que eu já estava com vontade de cantar. Juntei a fome com a vontade de comer”, brinca a intérprete.


Do repertório fazem parte canções de Rita Lee, Cazuza, Ana Carolina, Pixinguinha, Marisa Monte, Billy Blanco, Chico César e Roberto Carlos. “O repertório vai ser para falar de amor, das diferentes formas de amar. Através de várias músicas a gente canta o amor, a paixão. É a mulher é a que mais demonstra o amor”, explica Lucinnha. 


No palco, a cantora será acompanhada do piano de Tynnôco Costa, que também assina a direção musical de “Nome de mulher” junto com a direção artística de Ana Unger e a direção de palco de Nando Lima. Durante o show haverá também uma projeção audiovisual para interagir com o público mostrando figuras que acompanham o repertório. 


Em “Nome de Mulher”, Lucinnha interpreta e se veste de Luisa, Iracema, Ana, Lígia, entre outras, mostrando sofrimento, insegurança, indecisão, felicidade e realização de cada uma. Em 30 anos de carreira dedicados à cultura regional, ao meio ambiente e à valorização da mulher, a cantora faz dessa vez uma homenagem não só à mulher amazônica, mas também à mulher brasileira. 


“As pessoas vão para o show achando que irão encontrar a Lucinnha dos discos, mas vão ver que é a intérprete quem vai se apresentar”, adianta a cantora. “Eu não me preocupei em ter um estilo só. Eu canto Cazuza, Ana Carolina, Djavan e até Edith Piaf para falar de amor”, conclui.


(Diário do Pará)

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