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Edital inscreve nas categorias 'Romance' e 'Conto'

quinta-feira, 06/06/2013, 08:29 - Atualizado em 06/06/2013, 08:29 - Autor:


O prêmio Sesc de Literatura completa 10 anos e está com inscrições abertas para a edição 2013/2014. Os interessados podem se inscrever nas categorias Romance e Conto. Serão aceitas obras destinadas ao público adulto e escritas por maiores de 18 anos. Além da divulgação dos trabalhos literários, o prêmio abre uma porta do mercado editorial aos estreantes: os livros vencedores são publicados e distribuídos pela editora Record e passam a compor os acervos das bibliotecas do Sesc em todo o país. As inscrições podem ser feitas pelo site www.sesc.com.br/premiosesc, até 31 de julho.


Lançado pelo Sesc com o objetivo de identificar escritores inéditos, cujas obras possuam qualidade literária para edição e circulação nacional, o concurso já consagrou 18 obras desde sua criação. Entre os autores revelados pelo Prêmio Sesc de Literatura está a jovem Luisa Geisler. Ganhadora das edições 2011 e 2012 com as publicações “Contos de mentira” e “Quiçá”, respectivamente, Luisa foi apontada pela revista Granta como uma das melhores escritoras brasileiras até 40 anos.


Dentre os 37 romances que chegaram à final da edição 2012/2013, “O Evangelho Segundo Hitler”, do escritor maringaense Marcos Peres, conquistou a premiação nacional, que contempla a publicação do livro com uma tiragem de 2 mil exemplares pela Record. A obra prova que uniões improváveis podem acontecer no mundo da literatura. Em “O Evangelho Segundo Hitler”, Peres constrói uma ponte entre a vida e a obra do escritor argentino Jorge Luis Borges e os fatos e lendas que cercaram um dos episódios mais marcantes da história mundial, o nazismo.


Já na categoria Conto, foram 36 finalistas e o carioca João Paulo Vereza, morador de São Paulo, ganhou com “Noveleletas”. O livro reúne cinco histórias fictícias bem brasileiras com cenários e personagens típicos, onde a linguagem e a musicalidade são tão importantes quanto a trama em si. No conto “Canção de Mané Cotó”, Vereza revela sua versão para a descoberta do ouro no Brasil colonial.


(Diário do Pará)

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