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Autor cria personagens que interferem na história

quinta-feira, 23/05/2013, 07:32 - Atualizado em 23/05/2013, 07:54 - Autor:


Quando o mundo achava que o período de paz e reconstrução começaria, neste ínfimo minuto de esperança, a Terra pode estar com os dias contatos. A editora LeYa lança este mês o primeiro volume da aguardada série Wild Cards idealizada por George R.R. Martin, e com curadoria no Brasil do escritor Raphael Draccon. 


A série, que começou como um jogo de RPG, num cenário criado pelo próprio George R. R. Martin para jogar com amigos escritores de fantasia e ficção científica, tomou grandes proporções. Foi estruturada de forma que personagens aparecessem e reaparecessem, interferindo no rumo da história que se estende pelos 22 livros organizados e editados por George R.R. Martin. Ele também participa como escritor num time que conta com grandes nomes da literatura fantástica. Com início das publicações em 1987 e chamado pelos fãs de “romance-mosaico”, a série Wild Cards volta a 1945 para contar a saga dos seres atingidos pelo xenovírus Takis-A, o vírus da Carta Selvagem.


A Segunda Guerra Mundial acabou e o mundo começava a se preparar para a reconstrução, até que uma nave espacial um tanto estranha cai na Terra, e um ser alienígena tão excêntrico quanto seu “veículo” começa a anunciar que estamos em perigo, que um vírus - que ele não sabe ao certo o que pode causar aos humanos - caiu na Terra. Mas era tarde demais...


O vírus se espalha no céu de Nova York e aos poucos começa a contaminar o resto do mundo. No começo ninguém sabia se era uma bomba química ou atômica, até que as primeiras pessoas começaram a morrer ou se transformaram em seres bizarros ou extremamente poderosos. O vírus ficou conhecido com carta selvagem, afinal, como num jogo de baralho, nunca se sabia qual carta – ou qual mutação no caso – poderia tirar. 


Nasce então um novo rumo da humanidade, essa nova raça de super seres começa a alterar o curso da história. Por exemplo, um ás – aqueles que por sorte são abençoados com poderes sobrenaturais - consegue parar a bala que mataria Gandhi, que está vivo e pregando seus ideais de pacifismo, outro consegue absorver toda a inteligência de Einstein para usá-la a favor da humanidade. E as gangues de curingas – aqueles que se tornaram aberrações sem poderes, desenvolveram deformidades e todo o tipo de bizarrice – dominam os becos das cidades ao redor do mundo. 


(Diário do Pará)

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