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Livro ‘A luz que habita em mim’ provoca reflexões

quinta-feira, 09/05/2013, 07:55 - Atualizado em 09/05/2013, 07:56 - Autor:


Com reflexões sobre o comportamento nos mais variados momentos do cotidiano, a pedagoga Lucilene Barbalho, 40 anos, construiu o mote do livro ‘A luz que habita em mim’. A obra, publicada pela editora Samauma, exalta os velhos preceitos do pensamento positivo. O lançamento será hoje, a partir das 18h30, na livraria da Fox Dr. Moraes.

A proposta do livro de Lucilene é estimular o autoconhecimento e despertar o reconhecimento das capacidades pessoais na tentativa de enfrentar os desafios da vida e os conflitos internos, tudo isso com segurança e amor próprio.

O livro apresenta 365 pensamentos curtos, desenvolvidos a partir de experiências pessoais e profissionais. Lucilene atua como professora e funcionária pública, mas também realiza palestras motivacionais. “Escrevi no intuito de que as pessoas leiam uma reflexão a cada dia. A ideia surgiu depois que comecei a publicar meus textos nas redes sociais. Um casal de amigos me contou que todos os dias ligavam o computador para ler o que tinha escrito. Daí muita gente começou a me cobrar um registro escrito desses pensamentos”, explica a autora.

A paixão pelas letras surgiu ainda na infância, aos 11 anos já escrevia contos, com o tempo produziu letras de musicas e poesias. “O livro é uma construção de várias experiências. Chegar aos 50 representa um ponto importante da vida. No corpo há perdas, mas o ganho na vida, na mente, é muito maior. É uma sensação de liberdade. Você passa a gostar mais do que faz e a se dedicar àquilo que realmente importa. Acho que esse é uma lição importante para todos nós”, disse.

O livro demorou quatro meses para ficar pronto, mas segundo Lucilene, é uma ótima leitura para quem pretende conectar-se aos valores humanos. “Livros desse tipo, com textos curtos e objetivos e não religiosos são difíceis de serem encontrados. Gosto de trabalhar incentivando o bem, trazendo o bem para a vida das pessoas. Sou fã do Augusto Cury e acho que ele tem um trabalho nesse sentido muito bom, mas é um outro tipo de leitura”, argumenta a escritora.

(Diário do Pará)

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