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‘A luz que habita em mim’ exalta as boas reflexões

quarta-feira, 08/05/2013, 07:46 - Atualizado em 08/05/2013, 07:46 - Autor:


Existe uma força interior que pode transformar a vida e as atitudes das pessoas. A partir deste mote, a escritora paraense Lucilene Barbalho, 49 anos, escreveu o livro “A luz que habita em mim”, que traz reflexões do comportamento humano nos mais variados acontecimentos do cotidiano. A proposta é estimular o autoconhecimento e despertar o reconhecimento das capacidades das pessoas na tentativa de enfrentar os desafios da vida e os conflitos internos, tudo isso com segurança e amor próprio. A obra será lançada amanhã na livraria Fox da Dr. Moraes, a partir de 18h30.


O livro apresenta 365 pensamentos, curtos, desenvolvidos a partir de experiências pessoais e profissionais. Lucilene é pedagoga, autua como professora e funcionária pública, mas também realiza palestras motivacionais. “Escrevi no intuito de que as pessoas leiam uma reflexão a cada dia. A ideia surgiu depois que comecei a publicar meus textos nas redes sociais. Um casal de amigos me contou que todos os dias ligavam o computador para ler o que tinha escrito. Daí muita gente começou a me cobrar um registro escrito desses pensamentos”, explica a autora.


A paixão pelas letras surgiu ainda na infância, aos 11 anos já escrevia contos, com o tempo produziu letras de musicas e poesias. “O livro é uma construção de várias experiências. Chegar aos 50 representa um ponto importante da vida. No corpo há perdas, mas o ganho na vida, na mente, é muito maior. É uma sensação de liberdade. Você passa a gostar mais do que faz e a se dedicar aquilo que realmente importa. Acho que esse é uma lição importante para todos nós”, disse.


O livro demorou quatro meses para ficar pronto, mas segundo Lucilene, é uma ótima leitura para quem pretende conectar-se aos valores humanos. “Livros desse tipo, com textos curtos e objetivos e não religiosos são difíceis de serem encontrados. Gosto de trabalhar incentivando o bem, trazendo o bem para a vida das pessoas. Sou fã do Augusto Cury e acho que ele tem um trabalho nesse sentido muito bom, mas é um outro tipo de leitura”, argumenta a escritora.


(Diário do Pará)

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