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Quando a memória pede passagem

terça-feira, 16/04/2013, 07:35 - Atualizado em 16/04/2013, 07:53 - Autor:


Acontece hoje (16), o lançamento do documentário 'Velhos Baionaras, Tesouros Vivos', dirigido por Stéfano Paixão, às 20h, no Teatro Universitário Cláudio Barradas (TUCB), da Universidade Federal do Pará (UFPA).


O documentário é um recorte poético visual da memória afetiva e popular do município de Baião, localizada no Baixo Tocantins, por meio de depoimentos daqueles que muito já contribuíram e ainda contribuem para a construção da identidade local. Longe de ser a memória oficial do município, os personagens deste documentário representam a memória viva da cidade de Baião e estão inseridos num universo amazônico real e imaginário, em que suas trajetórias biográficas encontram o real, o surreal, a magia, a encantaria, a beleza, a dor, a leveza, a esperança, entre outros.


Este projeto celebra os 318 anos da cidade e é resultado da Bolsa da Experimentação, Pesquisa e Divulgação Artística 2012, do Instituto de Artes do Pará (IAP). “A grandeza do povo pede passagem e convida os espectadores a penetrar neste universo ímpar, de um povo moreno, brejeiro e amazônico”, convida o diretor. Stéfano Paixão é também ator e arte-educador. Ele é formado em Serviço Social pela Universidade da Amazônia (Unama), onde fez teatro por oito anos; especializou-se em Arte-Educação pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais; passou pelo Grupo de Teatro Palha e, ao lado de amigos, saiu para fundar o Grupo Verbus.


Unindo música, poesia e teatro pelos bares de Belém, o Verbus fez tanto sucesso que os bares extrapolavam sua lotação para acomodar o público que ia assistir a ele. 


Sempre com o coração batendo na terra natal, Stéfano Paixão resolveu voltar a Baião e realizar, com grupo de jovens da cidade, um grande espetáculo de rua que tratava da memória popular da cidade. Comoção tomou conta da pequena Baião e, em poucos meses, o grupo de jovens já estava em um festival nacional de teatro em Minas Gerais, do qual saiu com dois prêmios. Seu mais recente trabalho é o documentário Velhos Baionaras, Tesouros Vivos. 


Serviço:


Lançamento do documentário “Velhos Baionaras, Tesouros Vivos”. Hoje, às 20h, com entrada gratuita, no Teatro Universitário Cláudio Barradas (TUCB). 


(Diário do Pará)

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