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Círio

Tumulto na disputa de pedaços da corda do Círio

segunda-feira, 09/10/2017, 07:23 - Atualizado em 09/10/2017, 07:23 - Autor:


A procissão seguia rápida e por volta das 9h20 a berlinda finalizava sua passagem pela Av. Presidente Vargas e entrava na Avenida Nazaré com 60% do trajeto cumprido. Na altura da Dr. Moraes, ocorreu um dos momentos mais tensos da procissão: novamente romeiros munidos de pequenas facas e até de pedaços de tijolos cortaram a corda, apesar dos apelos contrários da diretoria da festa. Houve muito tumulto e empurra-empurra e vários grupos de romeiros disputavam um pedaço de um dos maiores símbolos da procissão. Na altura da Generalíssimo Deodoro a confusão era tanta que a Polícia Militar teve de usar spray de pimenta para dispersar os grupos que disputavam os pedaços da corda.


Cruz Vermelha realizou mais de mil atendimentos nas romarias


Para os voluntários da Cruz Vermelha do Brasil – Filial Pará, o trabalho neste segundo domingo de outubro começou bem antes do início da procissão. Por volta das 3h da madrugada eles já estavam reunidos e se dividiram em equipes. Ao longo de todo o trajeto de 3,6 quilômetros da procissão, era possível encontrar esses “anjos” que atuam em diversas áreas, como socorristas itinerantes – maqueiros e abre caminho que seguem preparados para atender as mais diversas ocorrências, fazendo o isolamento da área e o transporte dos romeiros. Foram mais de mil atendimentos na Trasladação e Círio de Domingo. 


Voluntários formavam ainda equipes de médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem para receber e prestar os atendimentos de primeiros socorros aos pacientes. Na edição 225 do Círio foram montados 21 postos da Cruz Vermelha e 5 mil voluntários ajudavam a prestar socorro e salvar vidas. Voluntário efetivo da Cruz Vermelha no Pará há 8 anos, o enfermeiro Neto Salgado, 26, explicou que os tipos de ocorrências mais comuns durante o Círio são casos de hipoglicemia, insolação, desmaios por pressão arterial elevada e até mal súbito. “A motivação de participar da Cruz Vermelha vem dessa cultura de fé que vivemos aqui e de ajudar ao próximo”, pontua Neto que é católico ao acrescentar que atua em um hospital e, durante todo o mês que antecede o Círio, solicita trocar no trabalho para estar presente em todas as ações de preparação da entidade para o evento religioso.


(Pryscila Soares/Diário do Pará)

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