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Círio

Círio injetará R$ 1,4 bilhão na economia

sábado, 12/09/2015, 07:47 - Atualizado em 12/09/2015, 07:49 - Autor:


O Círio de Nossa Senhora de Nazaré 2015 deve gerar um impacto de R$1,4 bilhão na economia paraense, segundo estimativas do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e da Diretoria da Festa. Os números divulgados ontem, durante coletiva à imprensa, apontam um aumento de 9,50% em relação ao ano passado.


Supervisor técnico do Dieese, Roberto Sena apontou que todos os setores da economia do Pará serão impactados pela festividade. Porém, as áreas de comércio, indústria, agropecuária e, sobretudo, a de serviços, são os principais. “Dentro do setor serviços temos o turismo que, sozinho, vai gerar um impacto positivo de cerca de R$115 milhões”.


Os custos para a realização do Círio também estarão maiores. Em 2015, a estimativa é que sejam necessários R$3,3 milhões para custear, entre outros, as despesas com as procissões, decoração e sonorização da programação.


Diretor financeiro da organização do Círio, José Orlando Moraes Junior apontou que foram muitos os esforços empreendidos para que a taxa de aumento dos custos em relação ao ano passado ficasse mesmo em 7,14%, ou seja, abaixo do atual índice da inflação, estimado em 9,56%. “As despesas são muito grandes, mas preservamos os maiores gastos com os setores da evangelização e da caridade, que é o que o Papa Francisco mais pede que seja exercido pelos católicos”.


Com 17 patrocinadores confirmados, um a mais do que em 2014, o coordenador diretor da Festa de Nazaré, Jorge Xerfan Neto afirma que as contas do Círio estão equilibradas e poderão ser sanadas por completo. “Não temos ainda todos os recursos necessários para pagar o Círio todo, mas o nosso quadro financeiro demonstra que, ao final do Círio, estaremos com as contas todas pagas”, garantiu.


CORDA


Xerfan aproveitou a coletiva para reforçar a campanha pelo não corte precoce da corda. Destacando a grande quantidade de fiéis que acompanha a procissão e a dificuldade de identificar quem realiza o corte, o diretor apelou para o bom senso dos promesseiros. “O que queremos é massificar o pedido de que a corda seja levada em sua integridade até a Basílica Santuário. Os verdadeiros romeiros e promesseiros querem cumprir sua promessa até o final”.


(Cintia Magno/Diário do Pará)

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