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NEGÓCIOS

Feira do Círio já vendeu mais de 10 mil produtos foram vendidos

Evento de incentivo aos artesãos feito pelo Sebrae, ocorrido no Porto Futuro, foi um sucesso de vendas e ação permanece em lojas colaborativas

quarta-feira, 14/10/2020, 08:41 - Atualizado em 14/10/2020, 08:41 - Autor: Michelle Daniel


O espaço no Porto Futuro reuniu o trabalho de artesãos paraenses em 24 estandes
O espaço no Porto Futuro reuniu o trabalho de artesãos paraenses em 24 estandes | Celso Rodrigues

De 7 a 12 de outubro, mais de 10 mil produtos foram vendidos durante a 8ª edição da Feira de Artesanato do Círio (FAC), que ocorreu até a noite de ontem (13) no estacionamento do Parque Porto Futuro, em Belém. O número de vendas superou às expectativas para todo o período do evento que segue até o dia 25, agora em lojas colaborativas e pela internet. Com isso, o balanço da Feira no espaço é positivo.

Realizada pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/PA), a Feira reuniu 24 estandes de artesãos paraenses que comercializaram peças de várias tipologias, como artesanato, joias, perfumarias, gastronomia, cerâmica e os tradicionais brinquedos de miriti. O principal objetivo da FAC é incentivar as vendas de pequenos negócios neste mês de outubro.

“A expectativa era vender em torno de 10 mil itens de produtos do dia 7 até o dia 25, mas até o penúltimo dia da FAC no Porto Futuro, esse número foi superado. Em dinheiro, a expectativa era vender cerca de R$ 200 mil na Feira como um todo. Mas, fecharemos R$ 160 mil somente nessa feira aqui no Porto Futuro”, afirma Rubens Magno, diretor-superintendente do Sebrae/PA.

Segundo Rubens, com o sucesso da Feira, os empreendedores produziram mais. “Inclusive, muitos artesãos tiveram seus produtos zerados e passaram a madrugada trabalhando porque a nossa venda superou às expectativas que superam os valores que estimávamos, tanto em dinheiro, quanto em número de produtos”, acrescenta. O principal objetivo da FAC é incentivar as vendas de pequenos negócios neste mês de outubro.

PRODUTORES

Segundo ele, com essa experiência no novo espaço da cidade, administrado pelo Governo do Estado, a ideia é ampliar o evento no mesmo local. “Criamos um verdadeiro ponto de possibilidades de fazermos eventos. Se Deus quiser, ano que vem, queremos pegar o dobrou ou o triplo desse espaço para fazermos a nossa FAC. “A gente faz pesquisas com os empreendedores e com o público e todas elas foram extremamente positivas com relação ao local que tivemos, a aceitação do público”, aponta Magno.

Francione Serra, de 34 anos, conta que somente na abertura da Feira, dia 7, vendeu todas as 400 peças que levou. Foram bonecas de pano e guirlandas. “Foi acima das nossas expectativas. O Sebrae Pará colocou vários artesãos com alto nível e fez um trabalho muito especial aqui e nas lojas colaboradoras também. E aqui foi um sucesso. Nem durmo mais”, conta a artesã que possui loja virtual junto com a mãe há 7 anos e participa da FAC pelo sexto ano consecutivo.

As amigas Kelly Badarane e Gisele Moreira uniram as duas marcas para expor, em um único estande, diversos produtos, como confecção, acessórios e costura criativa. “A gente participa desde 2012, mas esse ano foi diferente porque a gente não esperava tudo isso. Ainda mais porque a gente se preparava para a feira quando veio a pandemia. Quando o Sebrae nos chamou, deu até um frio na barriga. Sem dúvida, superou às nossas expetativas”, diz Kelly. Em seis dias de evento, as amigas contabilizaram cerca de R$ 7 mil de lucro com as vendas. “Para dar conta, a gente se revezou, produzia em casa. Só ajudando uma a outra, principalmente porque somos mães e temos filhos pequenos, a gente está dando conta”, comenta Gisele.

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