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TRABALHO

Voluntários da Cruz Vermelha fazem simulação de atendimento aos romeiros

quinta-feira, 26/09/2019, 07:09 - Atualizado em 26/09/2019, 09:28 - Autor: Thiago Furtado/Diário do Pará


Voluntários simularam o atendimento para quem passar mal durante as procissões deste ano
Voluntários simularam o atendimento para quem passar mal durante as procissões deste ano | Ricardo Amanajás/Diário do Pará

Com a proximidade do Círio de Nazaré, os treinamentos com voluntários da Cruz Vermelha têm se intensificado ao longo da semana. Na manhã de ontem (25), cerca de 120 voluntários fizeram uma simulação na Praça Santuário, com os atendimentos mais comuns durante as procissões do mês de outubro. Tudo isso com o objetivo de qualificar os integrantes durante o evento que se tornou o de maior atividade da Cruz Vermelha no país.

Assim, foram simulados os desmaios simples, entorses, ferimentos leves e fraturas. O treinamento também contou com a simulação de atendimentos mais complexos, como parada cardiorrespiratória, por exemplo. De acordo com o diretor do Departamento Estadual de Riscos e Desastres da Cruz Vermelha, Skeete Júnior, mais 6.500 voluntários devem atuar nas procissões do mês de outubro e o treinamento buscou passar os tipos de ocorrências que mais acontecem para que eles saibam como proceder. “A maior ocorrência no dia do círio é a baixa de glicemia. As pessoas saem de casa sem se alimentar direito, passam por problemas de insolação já que muitos não têm costume de passar protetor solar, e a desidratação”, diz.

Segundo Skeete, as inscrições para voluntário da Cruz Vermelha ainda estão abertas e podem ser realizadas pelo site até o dia 11 de outubro. “Temos treinamento sábado e domingo, nas escolas e em qualquer outro órgão que queira participar”, completou.

Na manhã de ontem, 120 integrantes da organização treinaram como atender as principais ocorrências durante as procissões do Círio de Nazaré, como desmaios, ferimentos e encontro de crianças perdidas
Na manhã de ontem, 120 integrantes da organização treinaram como atender as principais ocorrências durante as procissões do Círio de Nazaré, como desmaios, ferimentos e encontro de crianças perdidas Ricardo Amanajás/Diário do Pará
 


EMOÇÃO

Ana Claudia Silva é uma das voluntárias da Cruz Vermelha e, segundo ela, é um momento de muito trabalho, mas também de grande recompensa e satisfação em ajudar o próximo. “É uma emoção muito grande que nem sei explicar, atuar nesse momento é muito gratificante. Eu espero que todos possam aproveitar mais esse clima tão bom da cidade que é o do Círio de Nazaré”, afirma.

Tupi Sales é voluntário da Cruz Vermelha há 25 anos, um dos mais experientes do grupo no Círio. Para ele, essa troca de experiências com os mais novos garante o andamento das procissões com todos se unindo em prol de ajudar o próximo. “O que nos move a participar como voluntários é saber que estamos à disposição para todos que precisem.”, garante. “Ao longo desses 25 anos em que estou aqui já tive grandes histórias que me marcaram, mas nunca deixei de estar com vontade de ajudar. É esse amor a Nossa Senhora de Nazaré que nos move”, declara.

Divulgação
 


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