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Saiba o que os candidatos à Presidência pensam sobre porte de armas

segunda-feira, 27/08/2018, 10:01 - Atualizado em 27/08/2018, 12:57 - Autor:


Legalizar a compra e o porte de armas ou proibir o acesso da população? A discussão polêmica e que envolve segurança pública e direitos individuais volta ao debate público com as eleições 2018.


De um lado, eleitores se mostram mais propensos a votar em candidatos favoráveis ao porte de armas, do outro, os que não consideram a questão relevante na escolha do voto.



Veja o que os candidatos à Presidência da República declararam sobre o assunto:


Jair Bolsonaro (PSL)


O candidato é o maior defensor do porte de armas. Em 2015, ele declarou que “o cidadão armado é a primeira linha de defesa de um país que quer ser democrático”. Em vídeo divulgado no YouTube, o candidato disse que é “irresponsável” o Governo que desarma o “cidadão de bem” e deixa a “vagabundagem” armada.


Luiz Inácio Lula da Silva (PT)


Lula sancionou o Estatuto do Desarmamento no seu primeiro ano de Governo, em 2003, restringindo o porte e a posse de armas no Brasil. Na ocasião, ele disse que a “lei do desarmamento certamente não será a solução para tudo, mas é um passo excepcional que vai poder nos dar, até a realização do referendo, o grau de maturidade que o povo brasileiro tem para enfrentar esse problema”.


Henrique Meirelles (MDB)


O emedebista disse em entrevista que legalizar o porte de armas para a população civil “é voltar à selvageria, à guerra civil” e classificou a ideia como “perigosíssima”. Meirelles disse ainda, que a segurança pública deve ser responsabilidade do Estado.


Álvaro Dias (Podemos)


O ex-governador do Paraná se posicionou favorável à flexibilização na legislação atual em sabatina realizada em maio. O candidato afirmou que o porte de arma para a sociedade civil é direito à “legítima defesa” e que “a autoridade se afrouxou” no país. Mas defendeu, em entrevista recente, que dispor armamento para a população não vai “resolver” a segurança pública.


Guilherme Boulos (Psol)


Em entrevista recente, o candidato disse que “acreditar que armar a população vai reduzir a violência é a mesma coisa que querer distribuir cachaça para acabar com o alcoolismo”. De acordo com Boulos, acreditar que o acesso ao armamento pode ser solução para a segurança pública é “um contrassenso, um absurdo”.  


Marina Silva (Rede)


Em vídeo divulgado no seu perfil no Twitter, Marina disse que “não se resolve o problema da segurança distribuindo armas para a população. Isso é uma insanidade”. Para ela, a segurança pública é um problema do Estado.


Geraldo Alckmin (PSDB)


Geraldo Alckmin, que anteriormente tinha declarado ser defensor do Estatuto do Desarmamento, afirmou este ano que pretende flexibilizar o acesso ao porte de armas – principalmente para a população que vive na área rural. “Porte de armas pode ter. Na área rural até deve ser facilitado”, defendeu.


Ciro Gomes (PDT)

O pedetista afirmou em entrevista recente, ser “completamente contra” a liberação do porte de armas para a sociedade civil. “Você acha que um civil sem treinamento vai levar vantagem em um duelo contra um bandido?”, questionou. Ele declarou também que quem defende armar todo mundo está “ganhando dinheiro da indústria bélica”.


João Amoêdo (Novo)

O candidato declarou em entrevista que segue as diretrizes do partido em relação ao desarmamento. “O Novo já se posicionou contra. A gente acha que a pessoa deve ter liberdade de portar arma, se for de seu interesse, claro que com responsabilidade”. 

(Com informações do portal Estado de Minas)

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