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Brasil regride e é lanterna em ranking de participação de mulheres no comando político

sábado, 31/03/2018, 19:37 - Atualizado em 31/03/2018, 19:44 - Autor:


Na contramão do ritmo mundial que presencia um ressonante movimento de mulheres em busca de igualdade de gênero, o Brasil regrediu e está na lanterna (161ª posição) de um ranking de 186 países sobre representatividade feminina no poder executivo, atrás de todos os outros países do continente americano.


Em primeiro lugar no levantamento, que analisou a evolução histórica da participação feminina no poder Executivo de 1940 até hoje, está a Nova Zelândia, seguida do Chile - cuja presidenta nos últimos 8 anos foi Michele Bachellet - e Reino Unido, que, assim como a Nova Zelândia, tem a rainha Elizabeth II no reinado desde 1952.


O levantamento foi realizado pelo Projeto Mulheres Inspiradoras, que atua pela participação feminina nos espaços de poder. Para chegar às conclusões, foram cruzados dados fornecidos pelo Tribunal Superior Eleitoral(TSE), ONU e Banco Mundial.


A pesquisa apontou, por exemplo, que dos 186 países no ranking, somente 17 têm mulheres como chefes de governo atualmente. Isso significa que hoje, cerca de 92% da população mundial é governada por homens.


Na realidade brasileira, o levantamento fez um raio-X dos cargos ocupados por mulheres na esfera federal, estadual e municipal. Em relação às nomeações para cargos do alto escalão, em dez anos - entre 2005 e 2016 - a participação percentual delas nos ministérios cresceu apenas 4,5%.


O número não considera a realidade do atual governo brasileiro, de apenas uma mulher - Grace Maria Mendonça, da Advocacia-Geral da União - entre os ministros. Enquanto isso, a média mundial de mulheres no primeiro escalão é 18%.


(Fonte: El País)

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