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62 milhões de brasileiros já foram atacados por crimes cibernéticos

sexta-feira, 16/02/2018, 20:41 - Atualizado em 16/02/2018, 20:41 - Autor:


Junto com a popularidade de smartphones no país, que agora chegam a 236 milhões de aparelhos (ou 113,52 para cada 100 habitantes), cresceu também o número de casos de crimes cibernéticos.


As informações foram fornecidas pela Norton Cyber Security durante um relatório divulgado em 2017, em que mostra que o Brasil passou a ser o segundo país com maior número de casos de crimes cibernéticos, afetando 62 milhões de pessoas e causando um estrago de US$ 22 bilhões.



(Foto: Divulgação)


O número pode ser considerado preocupante, tendo em vista que ocupávamos a quarta posição em 2016. Para esse salto de um ano para o outro, os especialistas defendem a “liberdade” oferecida nos aparelhos celulares, já que os cibercrimes também aumentaram.


"Esse aumento também impacta no crescimento de cibercrimes, já que muitos acreditam que estejam mais seguros utilizando aparelhos móveis. O paradoxo segurança x liberdade, que sempre existiu no meio físico, existe no digital também: quanto mais livre estivermos, menos seguro estaremos", explica Andre Miceli, professor e coordenador do MBA em Marketing Digital da Fundação Getúlio Vargas.



(Foto: Divulgação)


CUIDADOS


Para os navegantes assíduos, o professor orienta da necessidade de trocar periodicamente as senhas, não usar todas elas nas mesmas redes sociais ou aplicativos financeiros. Além disso, ficar atento com supostas mensagens enviadas por agências bancárias que exigem o acesso a um link ou transferência de dados.


"A melhor maneira é se precaver para navegar de uma forma mais segura na web. Evitar o uso de redes públicas, modificar sua senha constantemente, não usar a mesma senha em todos os sites, não instalar nenhum software sem ter certeza da procedência e não abrir emails de desconhecidos”, orienta Miceli.


(Com informações do UOL Tecnologia)

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