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ECONOMIA

Informais devem ser os primeiros na fila do auxílio emergencial

Repasses devem ficar para abril. Expectativa inicial era pagar beneficiados do Bolsa Família ainda em março

segunda-feira, 15/03/2021, 14:54 - Atualizado em 15/03/2021, 14:54 - Autor: Com informações SBT Notícias


Imagem ilustrativa da notícia Informais devem ser os primeiros na fila do auxílio emergencial
| Reprodução

O atraso na edição da medida provisória (MP) para o pagamento auxílio emergencial deve alterar as datas de pagamento e a fila dos primeiros beneficiados.

A expectativa era editar a MP na última sexta- feira (12) e pagar o auxílio a partir de quinta-feira (18) para beneficiados do Bolsa Família, que recebem nos últimos dias do mês.

Agora, com a edição da medida provisória apenas no início da próxima semana, pode não haver mais tempo para estruturar as folhas dos beneficiados do Bolsa Família.

Assim, quem deve passar para o primeiro lugar na fila dos beneficiados devem ser os trabalhadores informais, que podem receber o auxílio ainda no início de abril. 

O governo federal contava com a aprovação da PEC Emergencial na Câmara -que abriria espaço para o pagamento no dia 10.

O texto só foi concluído, entretanto, um dia depois, atrasando a promulgação, que vai ocorrer nesta 2ª feira (15.mar). O adiamento também afetou a edição da medida provisória.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que o governo ainda quer pagar em março. "(Mas), possivelmente, o pagamento caia em abril, mas relativo a março."

A PEC Emergencial aprovou a despesa de R$ 44 bilhões por fora do teto de gastos para o governo pagar as parcelas do auxílio. 

Além dos valores de R$ 250 previstos para a maior parte dos beneficiados do auxílio emergencial, estão previstas outras duas cotas: R$ 150 para pessoas sozinhas (unifamiliar) e R$ 375 para as mulheres chefes de família (monoparentais).

O Ministério da Cidadania planeja pagar o auxílio para mais de 40 milhões de pessoas. No ano passado, as cinco primeiras parcelas da ajuda foram pagas para 67 milhões. A Caixa Econômica Federal é quem vai fazer os pagamentos, da mesma forma que em 2020.

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