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ERRO

Mulher faz exame de Covid-19 e descobre que está morta

Prefeitura afirmou que tudo não passou de um "erro de digitação"

quarta-feira, 10/03/2021, 16:57 - Atualizado em 10/03/2021, 16:57 - Autor: Com informações MsN


Imagem ilustrativa da notícia Mulher faz exame de Covid-19 e descobre que está morta
| Reprodução/Arquivo pessoal

Uma mulher argentina fez um teste para saber se estava infectada com o novo coronavírus, dias depois, recebeu o resultado que afirmava que ela estava morta. O caso aconteceu no Guarujá, no Estado de São Paulo, e a prefeitura veio a público dizendo que tudo não passou de um "erro de digitação".

Ailin Rocino de Aguiar Leite, de 33 anos, começou a ter sintomas gripais, febre e dores de cabeça - sintomas associados à Covid-19 e decidiu dirigir-se a uma unidade de saúde para fazer o teste e, deste modo, ficaria sabendo se estava (ou não) 'positiva' para a doença.

No local, e após se submeter ao exame, foi dito a Ailin que o resultado demoraria dez dias para ficar pronto. Passado este tempo, a mulher, já sem sintomas, voltou ao local com uma amiga para ambas conhecerem os seus resultados. Só que, em vez de estar ou não com o vírus, o documento mostrava uma situação completamente diferente: a mulher havia sido dada como morta.

 

Reprodução/Arquivo pessoal
 

"Entregamos a nossa identidade e o rapaz que nos atendeu foi ao local onde ficam os exames. Quando saiu, chamou os nossos nomes e disse que os dois exames deram positivo. Peguei no exame sem olhar, guardei-o na mala e fui embora", contou à imprensa.

Contudo, quando chegou a casa, foi ler o exame para saber mais sobre a questão. "Estava escrito 'Covid-19 - Óbito'. Fiquei indignada e preocupada, porque sou estrangeira, natural da Argentina, e os meus documentos têm validade", apontou, acrescentando: "Existem muitas complicações para mim, porque nós, estrangeiros, temos que prestar contas à Polícia Federal".

A indignação de Ailin levou-a tentar tirar satisfações sobre como uma questão destas pode acontecer. A Prefeitura de Guarujá afirmou que tudo não passou de um "erro de digitação" e garantiu que o documento "não é um atestado de óbito, mas sim um exame".

| Reprodução/Arquivo pessoal
| Reprodução/Arquivo pessoal

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