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FEMINICÍDIO

Jogadora de Call of Duty é encontrada morta a facadas; suspeito é preso

Ingrid "Sol" Bueno era jogadora de Call of Duty online e foi assassinada em São Paulo

quarta-feira, 24/02/2021, 10:41 - Atualizado em 24/02/2021, 10:41 - Autor: Com informações UOL


Imagem ilustrativa da notícia Jogadora de Call of Duty é encontrada morta a facadas; suspeito é preso
| Reprodução

Ingrid Bueno, conhecida como "Sol", foi morta a facadas na tarde da última terça-feira (23), em Pirituba, zona norte de São Paulo. A jovem, de 19 anos, era jogadora de Call of Duty: Mobile pelo time FBI E-Sports. A polícia informou que um estudante de 18 anos confessou ter cometido o crime após ter conhecido Ingrid na internet, há pouco mais de um mês, e acabou sendo preso em flagrante dentro de casa.

O suspeito também era gamer, mas atuava na equipe Gamers Elite. Em nota, o time disse que soube do caso após o suspeito enviar um vídeo ao grupo com indícios de que teria cometido o crime. O Gamers Elite ainda indicou que o contato com o estudante era de "interação virtual" e que, após o ocorrido, comunicou a polícia.

De acordo com o Boletim de Ocorrência (B.O), a jogadora foi encontrada desmaiada pelo irmão do estudante, que não a conhecia. Em seguida, os policiais militares foram até a casa do suspeito e constataram o óbito. Segundo o registro, Ingrid apresentava diversas facadas espalhadas pelo corpo. A polícia informou que o estudante fugiu e disse aos familiares que iria se matar, mas foi convencido pelo irmão a se entregar. Meia hora depois do crime, ele se apresentou à polícia. 

Na delegacia, ainda segundo o B.O, o gamer confessou o feminicídio, que teria sido planejado previamente. Ele afirmou que escreveu um livro detalhando o crime, de objetivos até a motivação, no entanto, estes dois pontos não foram detalhados no boletim. O livro foi anexado ao inquérito e passará por análise.

Na delegacia, familiares da jovem disseram que não sabiam sobre a relação dela com o estudante, que teve o celular apreendido. A polícia solicitou exames periciais, entre eles, o de corpo de delito. O caso foi registrado na 87ª Delegacia de Polícia. 

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