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Notícias / Notícias Brasil

CASO JOÃO ALBERTO

Pai recusa oferta do Carrefour pela morte do filho morto por seguranças

Dois seguranças, um deles policial militar que fazia “bico” no supermercado, foram presos após o caso.

terça-feira, 23/02/2021, 20:49 - Atualizado em 23/02/2021, 20:52 - Autor: Com informações do Ig


| Reprodução Youtube

O pai de João Alberto, espancado até a morte por seguranças do Correfour, em novembro do ano passado, recusou a oferta da empresa de pagar R$ 500 mil numa ação por danos morais.

Dois seguranças, um deles policial militar que fazia “bico” no supermercado, foram presos após o caso. O Carrefour afirmou que as tratativas para um acordo permanecem em andamento.

O pastor João Batista, 65, pai de João Alberto, e seu advogado, Rafael Peter Fernando não revelaram o valor exigido ao Carrefour pela família .

"Os valores oferecidos pelo Carrefour baseiam-se na jurisprudência do STJ [Superior Tribunal de Justiça], muito aquém do que pretendemos, já que se trata de um caso sem precedentes no Brasil", disse o advogado.

Acusação e defesa

A defesa argumenta que a indenização não pode ser baseada por outros processos e que deve ter "caráter pedagógico" para a marca francesa —motivando a alteração nos procedimentos dos seguranças e evitar outras mortes parecidas.

De acordo com Peter, antes da morte de João Alberto, houve outras situações de violência na rede de supermercados, e não ocorreram mudanças. "Só houve uma nota do Carrefour lamentando o que aconteceu, que repudia veementemente. Mas isso continua acontecendo. Então, por isso que o valor tem que ser um pouco maior para servir de reprimenda", afirmou.

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