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Documento prova que mãe de Bolsonaro tomou vacina chinesa

Se o imunizante recebido por dona Olinda fosse o de Oxford, a 2º dose deveria ser ministrada entre 2 e 3 meses depois da 1ª. Ou seja, apenas de 12 de abril em diante.

domingo, 21/02/2021, 20:04 - Atualizado em 21/02/2021, 20:04 - Autor: Fonte: Uol


Imagem ilustrativa da notícia Documento prova que mãe de Bolsonaro tomou vacina chinesa
| Reprodução Youtube

A mãe de Bolsonaro, Olinda Bonturi Bolsonaro, foi vacinada no última dia 12 com a vacina chinesa CoronaVac. O presidente havia dito que sua mãe foi imunizada com a vacina de Oxford.

A informação está contida no cartão de vacinação apresentado por Jair Bolsonaro na live de 5ª feira (18.fev.2021). Na transmissão, Bolsonaro disse que ela tomou o imunizante fornecido pela Fiocruz.

De acordo com reportagem do portal UOL, a data prevista para a 2ª dose que está no cartão de vacinação de Olinda, 5 de março, é a recomendada para a CoronaVac. Ou seja, 21 dias depois da 1ª dose.

Se o imunizante recebido por dona Olinda fosse o de Oxford, a 2º dose deveria ser ministrada entre 2 e 3 meses depois da 1ª. Ou seja, apenas de 12 de abril em diante.

Além disso, o comprovante indica um número de lote compatível com o imunizante do Instituto Butantan, de São Paulo, não com o fornecido pela Fiocruz, do Rio.

No cartão, constam o nome completo da mãe de Bolsonaro, a data em que foi administrada a primeira dose (12/2/2021), o lote da vacina (200278), o fabricante (Oxford), o nome do vacinador (Walter) e seu registro profissional (317.633). Na coluna ao lado, a lápis, consta a data indicada para a 2ª dose (05/03/2021).

Apesar de o cartão exibido por Bolsonaro apontar “Oxford” como fabricante, o número do lote indica que a vacina aplicada é a CoronaVac. No site do Instituto Butantan, o lote 200278 foi um dos dezesseis da CoronaVac que receberam autorização emergencial da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em 22 de janeiro.

 

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