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LUTA PELA VIDA

Bebê nasce com 3 braços e metade do coração em São Paulo

A equipe médica suspeita que o bebê seja resultado de gêmeos siameses

quarta-feira, 03/02/2021, 16:33 - Atualizado em 03/02/2021, 16:33 - Autor: Com informações Istoé


O menino também sofre com a Síndrome da Hipoplasia do Coração Esquerdo
O menino também sofre com a Síndrome da Hipoplasia do Coração Esquerdo | Reprodução/Arquivo pessoal

O pequeno César nasceu em Praia Grande, no litoral de São Paulo, com um braço extra e metade do coração, além de outros problemas de saúde. Com apenas 5 meses de vida, o bebê vem enfrentando uma série de cirurgias corretivas mas, segundo médicos, os prognósticos são difíceis.

Na última terça-feira (02), a mãe da criança, Michelle Aparecida Pereira Fondos, de 38 anos, contou que, desde agosto, quando o filho nasceu, ao bebê já passou por cinco cirurgias, para corrigir problemas na coluna, no coração e no diafragma. 

César veio ao mundo com um braço extra, que tem duas mãos, metade do coração e outras deformidades, como o lado esquerdo diferente do lado direito de seu corpo. O braço extra, apesar de ter sistema nervoso e ossos, é imóvel.

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A equipe médica suspeita que o bebê seja resultado de gêmeos siameses, e que o organismo de um combateu o outro, sobrando apenas alguns membros. Essa hipótese só poderá ser confirmada ou descartada com o resultado de um exame genético, que ainda será feito.

O menino também sofre com a Síndrome da Hipoplasia do Coração Esquerdo. Ele ficou por cinco meses internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Beneficência Portuguesa de São Paulo, até o último dia 20 de janeiro, quando conseguiu ir para casa com os pais.

Mesmo com a alta, a criança ainda fará acompanhamento médico para verificar, também, a possibilidade da retirada do membro extra. A família agora busca realizar a remoção por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), entre os 6 meses e 1 ano do menino.

Doações

Sem ajuda do convênio médico, a família vem tentando conseguir o tratamento médico e os remédios pela rede pública de saúde, mas até o momento nada foi resolvido. Por conta disso, os familiares abriram uma arrecadação online para conseguir pagar os remédios e, também, pomadas, soros, leites, vitaminas, seringas de insulina e fraldas que o jovem precisa.

Parte do dinheiro arrecadado será doado às mães que acompanham bebês na ala de UTI pediátrica do hospital onde o garoto ficou internado.

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