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CARTA ABERTA

Unicef pede que prefeitos priorizem reabertura segura das escolas

Documento diz que longo tempo de fechamento da maioria das escolas têm impactado profundamento a aprendizagem, a saúde mental e a proteção de crianças e adolescentes.

quinta-feira, 07/01/2021, 22:30 - Atualizado em 07/01/2021, 22:30 - Autor: Com informações de Bruno Alfano/EXTRA


A Unicef ressalta também o papel das escolas, especialmente em período de pandemia, e o que se tem a perder com seu fechamento prolongado.
A Unicef ressalta também o papel das escolas, especialmente em período de pandemia, e o que se tem a perder com seu fechamento prolongado. | Ajuntament Barcelona/Fotos Públicas

Em carta aberta publicada nesta quinta-feira (7), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) pediu “prioridade absoluta à educação e à reabertura segura das escolas” a todos os prefeitos eleitos.

No documento, é dito que o isolamento social e o longo tempo de fechamento da maioria das escolas têm impactado profundamente a aprendizagem, a saúde mental e a proteção de crianças e adolescentes.

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"Apesar dos esforços para organizar atividades remotas para continuidade das aprendizagens, milhões de crianças e adolescentes não foram alcançados e perderam o vínculo com a escola. Elas e eles correm o risco de abandonar a educação definitivamente. Isso vai aprofundar ainda mais as desigualdades e impactar uma geração inteira. As escolas desempenham um papel primordial na vida de meninas, meninos e suas famílias", afirma o texto.

A Unicef ressalta também o papel das escolas, especialmente em período de pandemia, e o que se tem a perder com seu fechamento prolongado.

"Mas há muito mais: as escolas também oferecem oportunidades para o desenvolvimento de competências de interação social e são essenciais à proteção contra diferentes formas de violência– incluindo a violência doméstica, que aumentou na pandemia. Além disso, um número considerável de crianças e adolescentes depende da merenda escolar para sua segurança alimentar", diz a carta.

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Atualmente, na América Latina, apenas Uruguai, Suriname, Cuba e Haiti estão c om escolas completamente abertas. Enquanto o México e o Equador não retornaram com as aulas presenciais. Maior parte do continente da Argentina e do Chile reabriu parcialmente. EUA e Canadá seguiram no mesmo ritmo e também reabriram apenas parte de suas instituições.

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