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INICIATIVA

Marinha inicia atendimentos médicos no Amapá

Iniciativa tem como objetivo amenizar os transtornos aos amapaenses após o apagão que atingiu 13 dos 16 municípios do estado

terça-feira, 10/11/2020, 23:40 - Atualizado em 10/11/2020, 23:40 - Autor: Fernanda Palheta


Falta de energia, que já dura uma semana, tem provocado ira da população e mobilizado inúmeros protestos.
Falta de energia, que já dura uma semana, tem provocado ira da população e mobilizado inúmeros protestos. | Rudja Santos/Amazônia Real/Fotos Públicas

A Marinha do Brasil inicia, no período de 11 a 21 de novembro, atendimento médico no Centro de Triagem, localizado no anexo ao Hospital de Emergência de Santana, no Amapá. A iniciativa é fruto da parceria entre a Marinha e a Secretaria de Saúde do Estado do Amapá com o objetivo de amenizar os transtornos causados pela falta de energia elétrica.

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Serão disponibilizados 31 militares da área de saúde: médicos (clínica geral, cirurgia geral e pneumologia), cirurgiões dentistas, farmacêuticos, enfermeiros e nutricionistas, que fazem parte do Navio Doca Multipropósito “Bahia”, do Navio Auxiliar “Pará” e do Navio Patrulha “Guanabara”.

Doações

Várias correntes de solidariedade são mobilizadas em todo o Pará. Já foram arrecadadas cerca de 36 toneladas de alimentos e água mineral como parte da campanha #SomosTodosAmapá, uma iniciativa do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-8).

Para também auxiliar os vizinhos amapaenses, o Governo do Pará coletou cestas básicas e água potável e encaminhou todos os donativos através de balsas, que garantem a entrega em até 36 horas.

Apagão

Treze dos 16 municípios amapaenses sofreram um apagão por quatro dias após um incêndio atingir a subestação do Sistema Interligado Nacional (SIN), na zona norte de Macapá, capital do Amapá. Rodízio de energia foi adotados, mas medida ainda não funciona em todas as regiões, o que tem provocado a ira da população, que já mobilizou diversos protestos na cidade.

O governo do Amapá, representantes da Aneel (União), da Companhia de Energia do Amapá (CEA) e da empresa Isolux foram intimados pela Justiça para prestarem depoimento a respeito do apagão. Os notificados têm até esta quinta-feira (12) para restabelecer a energia completamente ou irão pagar multa de R$ 15 milhões por dia de descumprimento.

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