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COVID-19

Anvisa autoriza dose de reforço na vacina de Oxford contra a covid-19 

segunda-feira, 10/08/2020, 18:43 - Atualizado em 10/08/2020, 20:49 - Autor: Com informações de Correio Braziliense


| Reprodução: freepik

Nesta segunda-feira (10), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou mudanças no protocolo de pesquisa da vacina de Oxford contra a covid-19. O imunizante está em fase de pesquisa como possível proteção em relação à doença. A autorização de mudanças no estudo está na Resolução 2.895/2020 publicada no Diário Oficial da União.

De acordo com o Órgão, foi aprovada a administração de uma dose de reforço para os voluntários que estão participando do estudo. A dose de reforço será dada aos voluntários que já haviam sido vacinados e também aos que ainda vão entrar para o estudo.

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No documento foi autorizada também, a ampliação da faixa etária para a realização dos testes. Com isso, voluntários com idade entre 18 e 69 anos poderão participar da pesquisa. A faixa etária inicialmente aprovada era dos 18 aos 55 anos.

 Testes serão feitos com segurança

A vacina em teste era a única que ainda não possuía dados para justificar a aplicação em pessoas na faixa etária entre 55 e 69 anos de idade, segundo a Anvisa. “Após a apresentação das informações necessárias pela empresa, a autorização para testes em voluntários de até 69 anos foi deferida”, destaca o órgão.

A instituição destaca ainda que o intervalo para a segunda dose dos participantes deve ser de quatro semanas. “Para os voluntários que já passaram pelo estudo, a segunda dose deve ser dada entre quatro e seis semanas. Neste caso, a variação do prazo se deve à necessidade de entrar em contato com o voluntário e mobilizá-los novamente para a dose de reforço”, explica.

A motivação da inclusão da segunda dose na pesquisa, surgiu por conta da publicação de alguns resultados que mostraram que a dose de reforço aumenta a chance de imunização. “A Anvisa autorizou a mudança da pesquisa com base nos dados de segurança até o momento. A expectativa é que a segunda dose acrescente informação aos estudos e sobe a forma pela qual essa vacina poderá ser utilizada no futuro”, acrescenta.

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