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DADOS ALARMANTES

Brasil registra 1.271 mortes pela Covid-19 e total se aproxima de 60 mil vítimas

terça-feira, 30/06/2020, 20:42 - Atualizado em 30/06/2020, 20:42 - Autor: FOLHAPRESS


| Mauro Ângelo/Diário do Pará

Foram registradas 1.271 mortes pela Covid-19 no Brasil nesta terça (30), e 37.997 novos casos da doença. O país chega assim a 59.656 mortos pelo novo coronavírus e a 1.408.485 casos.

Os dados são fruto de colaboração inédita entre Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo, G1 e UOL para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais. O balanço é fechado diariamente às 20h.

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São Paulo registrou o maior número de mortes nesta terça, 365, e 6.235 novos casos. O estado já tem 14.763 mortes pelo novo coronavírus e 281.380 infecções pelo coronavírus Sars-CoV-2 diagnosticadas.

Com 232 mortes, o Rio de Janeiro é o segundo estado com maior número de óbitos registrados no último dia. Além disso, o estado registrou 728 novos casos. Ao todo, são 10.080 mortes pela doença e 112.611 casos.

O Brasil tem uma taxa de cerca de 28,5 mortos por 100 mil habitantes. Os Estados Unidos, que têm o maior número absoluto de mortos, e o Reino Unido, ambos à frente do Brasil na pandemia (ou seja, começaram a sofrer com o problema antes), têm 39 e 65,9 mortos para cada 100 mil habitantes, respectivamente.

Na Argentina, onde a pandemia desembarcou nove dias mais tarde que no Brasil e que seguiu uma quarentena muito mais rígida, o índice é de 2,9 mortes por 100 mil habitantes.

Os dados do boletim diário do Ministério da Saúde apontam 1.280 mortes registradas nas últimas 24 horas e 33.846 novos casos. Segundo a pasta, já ocorreram 59.594 mortes pela Covid-19 e foram diagnosticados 1.402.041 casos da doença.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorre em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

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