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DEU RUIM

Presos fazem live de dentro de cela e paqueram internauta

sexta-feira, 22/05/2020, 16:07 - Atualizado em 22/05/2020, 16:06 - Autor: Com informações da revista Época


| Reprodução

Um grupo de detentos da cadeia pública da cidade de Sarandi, no Estado do Paraná, virou notícia após fazer uma live, usando um telefone celular, na semana passada. A transmissão ocorreu dentro de um grupo fechado do Facebook chamado “Crime World” (Mundo do Crime). As informações da revista Época. 

Segundo a Época, a live dos detentos durou cerca de uma hora. Depois, o vídeo foi reproduzido no perfil “Vida Bandida”, do Instagram, e replicada no perfil de fofoca “Vem me buscar, bebê”.

Na transmissão, ao menos quatro presos se revezaram na frente da câmera do celular para paquerar uma garota que se identificava como Princesinha do Tráfico. “Eu me amarro em maloqueiros bonitos feito vocês”, diz a mulher. 

“Nós vamos pôr você, gata, no nosso grupo do WhatsApp”, afirma um dos detentos.

“Vou adorar”, responde a menina. Ela encerra a transmissão fazendo um alerta aos presos: “Vamos desligar porque vocês vão acabar aparecendo na televisão”.

Estima-se que 12 mil pessoas tenham assistido à live dos presos. 

Ainda segundo a revista Época, a cadeia pública de Sarandi era administrada pela Polícia Civil e recentemente teve a carceragem repassada ao Departamento Penitenciário do Paraná. No mesmo prédio, funciona uma delegacia de polícia.

Após a repercussão do vídeo, o Departamento Penitenciário do Paraná (DEPEN-PR) informou que o local foi submetido a uma operação pente fino e os celulares dos quatro presos que aparecem no vídeo foram apreendidos.

Por meio de nota, o Depen-PR informou “que os cinco presos que participaram da transmissão ao vivo pela internet na Cadeia Pública de Sarandi já foram identificados. Uma operação de revista foi realizada no local e o aparelho celular apreendido’.

“Os presos envolvidos foram isolados e serão transferidos para outra unidade penal. Eles ainda responderão criminalmente e administrativamente pelo uso do aparelho. Um inquérito policial e um procedimento administrativo serão abertos para apurar o caso”, diz a nota enviada à revista Época.

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