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LÍNGUA PORTUGUESA

Professor é demitido ao lecionar sobre: "boquete, 69 e dar o c..."

terça-feira, 19/11/2019, 14:24 - Atualizado em 19/11/2019, 14:30 - Autor: Tomas Tavares


A aula era sobre língua portuguesa e o assunto não foi abordado adequadamente
A aula era sobre língua portuguesa e o assunto não foi abordado adequadamente | Reprodução

Um professor foi demitido após lecionar sobre sexo anal e oral durante uma aula de português, na última quarta-feira (13). O caso foi em Brasília, no Centro de Ensino Fundamental (CEF) 104, da Asa Norte.

Ele também teria pedido aos alunos para elaborarem uma redação improvisada sobre o tema. As informações são do portal Metrópoles.

De acordo com a denúncia recebida pela imprensa, as crianças fotografaram a lousa com o conteúdo escrito e gravaram áudios durante a aula. Na imagem, a data da ocorrência aparece escrita no quadro: "Brasília, 13 de novembro de 2019. Objetivo: fazer o próprio currículo. Redação improvisada. Escrever sobre polidez e transformações afetivo-sexuais na adolescência (pós-infância). Sexo oral e penetração”.

No conteúdo exibido no quadro branco, o professor tenta lecionar língua portuguesa utilizando a temática de maneira formal e informal. Palavras como "boquete", "punheta", "69", "Fio Terra" e "dar o cu" aparecem escritas. 

Veja:


No conteúdo dos áudios obtidos pela reportagem, é possível ouvi-lo dizendo aos alunos: “Repitam comigo: ‘clitóris’, ‘clitóris’. Tem que tratar o assunto com educação, porque é normal”, ele diz. Ouça aqui!

O Metrópoles foi até o colégio na manhã de segunda-feira (18) para saber detalhes, mas os docentes estavam em reunião. O diretor disse que não estava autorizado a falar sobre o assunto.

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Uma mãe de aluno relatou: “Ele comentou sobre o professor, que escreveu no quadro algumas palavras, e me disse que nem sabia o que significava. Vou procurar a direção e pedir um posicionamento sobre o que eles estavam aprendendo. Queremos saber qual era o assunto debatido em sala. Uma outra mãe comentou que vai ocorrer uma reunião de pais para falar sobre o assunto. Estou aguardando”, disse a mulher.

A Secretaria de Educação do Distrito Federal informou que a direção da unidade procurou a pasta logo após o ocorrido. O caso está em averiguação e o professor, que era temporário, foi devolvido preventivamente pela Coordenação Regional de Plano Piloto e Cruzeiro. Se o fato for comprovado, ele terá seu contrato  cancelado, diz a nota da secretaria.

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