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CRUELDADE

Mãe e padrasto matam crianças para não atrapalhar venda de drogas 

terça-feira, 19/11/2019, 11:20 - Atualizado em 19/11/2019, 11:20 - Autor: Com informações Último Segundo IG


Mikael Allan dos Santos, de seis anos, e Sara Yasmin dos Santos Gomes, de 10 anos foram mortos pela mãe e padrasto.
Mikael Allan dos Santos, de seis anos, e Sara Yasmin dos Santos Gomes, de 10 anos foram mortos pela mãe e padrasto. | Reprodução

Juciara Soares dos Santos, de 38 anos, e o companheiro dela, Luciano de Oliveira, de 35 anos, foram presos com a suspeita de matar duas crianças, de seis e dez anos, para não atrapalharem na venda de drogas. 

A Polícia Civil de Sergipe prendeu os dois após os corpos das crianças serem encontrados dentro de um lago da região e o cumprimento de um mandado de prisão temporária.

Juciara foi até a delegacia para prestar queixa sobre o desaparecimento das crianças, um dia após eles sumirem. Inicialmente ela disse à polícia que havia dado dinheiro para os filhos irem até uma mercearia, mas que os dois não tinham voltado.

No entanto, os corpos das crianças foram encontrados e a mulher confessou o crime.

Segundo a PC, o laudo da necrópsia dos corpos de Mikael Allan dos Santos, de seis anos, e Sara Yasmin dos Santos Gomes, de 10 anos, apontou politraumatismo e traumatismo crânio encefálico. Em depoimento, Juciara confessou que ouviu as crianças pedindo socorro e viu quando Luciano levou os corpos para o lago.

De acordo com o delegado responsável pelas investigações,  Mário Leony, os dois se conheceram em um presídio, onde Luciano cumpria pena e em seguida foi solto e passou cerca de dois meses morando com Juciara. Nesse período, os dois, além de usuários também vendiam drogas.

"Os meninos passaram a ser um peso para o casal nas práticas ilícitas deles, eles traficavam drogas na região e queriam se livrar das crianças”, disse o delegado.

Ainda segundo informações da PC, a mãe das crianças já tinha sido notificada e recebido advertências do Conselho Tutelar após denúncias anônimas. Agora, a PC investiga se mais pessoas têm conexão com o crime.

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