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CRUELDADE

Família é presa por vender linguiça com carne de cachorro. Assista!

segunda-feira, 21/10/2019, 18:24 - Atualizado em 21/10/2019, 18:45 - Autor: Redação


Os animais eram abatidos e transformados em linguiça para serem vendidos em uma feira da cidade.
Os animais eram abatidos e transformados em linguiça para serem vendidos em uma feira da cidade. | Reprodução/Prefeitura de Guarapari

Três pessoas de uma mesma família foram presas após serem acusadas de fabricar linguiça com carne de cachorro e gato. A prisão, efetuada na última sexta-feira (18), faz parte de uma operação realizada em conjunto pela Polícia Militar, Polícia Civil e a equipe de Controle de Zoonoes (CGZ).  O caso ocorreu em Guarapari, no Espírito Santo. 

Na residência dos suspeitos, foram encontrados 40 cães, sete gatos e um papagaio sem registro. Os animais viviam em condições degradantes. De acordo com a investigação, os animais eram abatidos, transformados em linguiça e comercializados em uma feira da cidade.

“No local foram encontrados vários animais doentes e com muita fome. O espaço era totalmente insalubre, sem condições de abrigar pessoas e animais. Agora todos estão em segurança e já foram acolhidos por nossa equipe”, explicou a gerente de Vigilância Ambiental, Lorena Santos da Silva. 

Os moradores do local já tinham sido denunciados em outros episódios, porém, segundo a polícia, não havia provas contra os suspeitos. A família vai responder pelos crimes de maus-tratos a animais, posse ilegal de animais silvestres e pelo crime de comercialização de produtos inapropriados para o consumo humano.

"Recebemos várias denúncias de que uma família mantinha diversos cachorros em casa, que abatiam esses cachorros, fabricavam linguiças e vendiam parte da carne em feiras públicas. Fomos ao local e nos deparamos com dezenas de animais subnutridos, muita sujeira, sem alimentação disponível. A filha do casal tentou desviar o foco dos policiais de um cômodo específico, e foi nesse cômodo, uma espécie de porão, que foi encontrado os restos mortais dos animais", relatou o delegado da Delegacia de Infrações Penais e Outras (DIPO), Marcelo Santiago. 

Veja o vídeo:

Pra justificar o grande número de cachorros e gatos no local, os membros da família declararam que eram "defensores dos animais". Porém, a versão contada por eles não convenceu os policiais. "Não acreditamos nessa versão. De longe já tínhamos provas suficientes para saber que se tratava de crime. Além disso, os animais não tinham ração, nem água. As fezes e urinas estavam espalhadas por todo lugar", completou o delegado.

(Com informações do O Tempo) 

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