Edição do dia

Edição do dia

Leia a edição completa grátis

Previsão do Tempo
28°
cotação atual R$

Notícias / Notícias Brasil

CORPO ACHADO APÓS 4 DIAS

Jovem é morta por vizinho que criou perfil falso para marcar encontro

sexta-feira, 04/10/2019, 16:26 - Atualizado em 04/10/2019, 18:52 - Autor: DOL


| Divulgação/Polícia Civil

O desaparecimento de uma jovem de 18 anos, desde a última segunda-feira (30), teve um desfecho trágico nesta quinta-feira (3): o corpo de Maria Carla Lucas da Silva foi achado, e o principal suspeito é um vizinho dela, que se matou um dia após a garota desaparecer. O caso ocorreu na cidade de Olho D’Água Grande, no Agreste de Alagoas.

De acordo com as investigações da Polícia Civil de Arapiraca, o vizinho, identificado como José Willington, de 30 anos, criou um perfil falso em uma rede social e para se aproximar da  vítima. 

O delegado responsável pelo caso, Everton Gonçalves, disse que, durante as investigações, foi descoberto que a vítima não gostava de José Willington e já o tinha bloqueado nas redes sociais.

Após criar o perfil falso, identificando-se como Yuri, de 18 anos, Willington se aproximou da vítima e ganhou a confiança dela, a ponto de Maria Carla sair de casa, às 2h da madrugada de segunda (30), para se encontrar com ele em uma casa próxima à dela. Desde então, Maria Carla não foi mais vista.

“A família acreditou que ela teria fugido por conta própria com esse rapaz [Yuri]”, diz o delegado. Ele explica que testemunhas informaram que o José teria mandado mensagens por aplicativo para os amigos, afirmando que tinha feito algo “terrível” e não seria capaz de conviver com isso.

O suspeito se matou na terça-feira, dia 1º. A partir da mensagem e do suicídio, a família e moradores começaram a desconfiar que ele pode ter sido o autor do crime que vitimou a jovem. A polícia conseguiu a quebra de sigilo das contas das redes sociais de ambos e descobriu que Yuri na verdade era o vizinho da vítima.

O corpo dela foi encontrado em uma cova rasa, despido, à beira de uma estrada de barro. O Instituto de Criminalística foi ao local para realizar a perícia e remoção do corpo, mas ainda não identificou como ela foi assassinada. 

“Todos ficaram surpresos. Não esperavam isso. Todos da comunidade ficaram chocados, porque é uma comunidade pequena”, comenta o delegado Everton Gonçalves.

(Com informações do portal OP9)

Conteúdo Relacionado


0 Comentário(s)

MAISACESSADAS