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Parazão

Parazão arrecadou cerca de R$ 6,8 milhões em renda

quinta-feira, 16/05/2013, 22:06 - Atualizado em 16/05/2013, 22:06 - Autor:


A Federação Paraense de Futebol (FPF) divulgou através de seu vice-presidente, José Ângelo Miranda, o relatório financeiro parcial do Campeonato Paraense 2013, faltando ainda os números das fases finais do segundo turno.


A renda bruta da Taça Cidade de Belém (1º turno) foi de R$ 4.932.594,50 e da Taça Estado do Pará (2º turno) de R$ 1.869.361,50, gerando uma arrecadação total de cerca de R$ 6,8 milhões, em quatro meses de competição.


Como estatutariamente 10% das rendas dos jogos do Parazão ficam com a FPF, a entidade arrecadou neste período cerca de R$ 680 mil. Um renda considerada bola pelo seu vice-presidente, mas não suficiente para cobrir os gastos da entidade durante o ano, visto que no segundo semestre sua arrecadação cai de forma considerável.


“Eu diria que é uma boa renda para estes quatro meses, mas nós temos gastos de cerca de R$ 40 mil mensais com a folha de pagamento dos nossos 26 funcionários, de R$ 60 mil com os campeonatos das categorias sub-15, sub-17, sub-20, sub-23 e o Feminino, além da Copa da Juventude que reúne 16 equipes amadoras. Com tudo isso e mais os gastos com telefone, energia e capacitação dos nossos árbitros, vamos para um gasto mensal de R$ 70 mil”, explicou.


O dirigente da FPF explicou ainda que a partir do início do Campeonato Brasileiro a arrecadação da entidade diminui, visto que são menos clubes que proporcionam rendas – Paysandu na Série B, Águia de Marabá na Série C e Paragominas na Série D – e as cotas diminuem para apenas 5% das mesmas.


SUPERAVITÁRIO


 Miranda analisou a receita adquirida por Remo e Paysandu durante a competição estadual para criticar a tese de que o Parazão é deficitário.


“São valores aproximados, mas o Remo arrecadou quase R$ 1,7 milhão, enquanto o Paysandu R$ 1,5 milhão. Isso sem contar com o patrocínio do Banpará e o repasse da Funtelpa pela transmissão do campeonato. Estes dados jogam por terra as críticas de que o Parazão é deficitário”, defendeu o dirigente.


(Felipe Melo/DOL)

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