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Parazão

Tá fora: Béa está vetado no primeiro jogo

sábado, 11/05/2013, 09:28 - Atualizado em 11/05/2013, 09:28 - Autor:


Talismã do Paragominas na reta decisiva do Parazão 2013, Beá vinha sendo uma espécie de 12º titular. Vindo do banco de reservas, o atacante ajudou a resolver os jogos de volta das semifinais - onde fez o gol da vitória contra a Tuna - e foi bem na final da Taça Estado do Pará. No último jogo, sua atuação foi decisiva - deu três assistências nos três gols do Jacaré diante do Leão. Atletas assim todo treinador gostaria de ter à sua disposição mas, ao menos para esse primeiro jogo da decisão, a equipe paragominense vai precisar pensar em uma alternativa.


Treinando em separado desde a terça-feira, quando iniciou uma série de trabalhos de fisioterapia e regeneração, Beá chegou na sexta-feira ainda reclamando de dores musculares fortes e foi descartado pelo departamento médico para a partida desse domingo.
O atleta não escondeu a frustração. “Acho que estou no meu melhor momento desde a chegada, é chato ter de deixar a equipe na mão justamente diante da torcida. Mas vamos continuar treinando, é uma decisão em 180 minutos e eu espero ainda poder ajudar o time até o jogo da volta” afirmou o atacante.


Beá soma-se aos desfalques por lesão que o Paragominas adquiriu para a decisão. Além do atacante, com dores na coxa, Rondinelli e Ilaílson contraíram lesões sérias e precisarão, inclusive, passar por cirurgia.


Com lesão no ombro, por deslocamento, Rondinelli deve ficar cerca de dois meses se recuperando. Já o capitão Ilaílson talvez nem jogue mais essa temporada. Sua lesão no quadril tem uma expectativa de seis meses para a recuperação. “Todos são grandes atletas, farão falta, mas temos um grupo de jogadores aqui e quem entrar vai procurar dar a sua contribuição” disse o técnico Charles Guerreiro, que torce para que as lesões parem por aí.

A chuva deu o ar da sua graça, de novo


Mais uma vez, como fez ao longo da semana, o Paragominas realizou seu treinamento no horário do final da tarde, para tentar fugir das chuvas que tem castigado o município verde pelos horários da manhã e noite. Dessa vez, no entanto, não teve jeito. Foi só o técnico Charles Guerreiro começar o coletivo-apronto que a chuva começou.


“Chegou a um ponto em que não era mais interessante continuar o treino” explicou o preparador físico do Jacaré, Robson Mello. “Com o gramado pesado, e o esforço extra para se movimentar, corríamos o risco de causar lesões, ou propiciar um desgaste físico, uma virose, entre o grupo de jogadores. Não valia prosseguir a atividade com esse risco”, afirmou Mello.

POLIVALENTE


Chamou a atenção, antes do trabalho ser interrompido pela chuva, mais uma vez, a insistência de Charles num esquema com três atacantes. Um jogador parece ser peça chave nesse esquema: o meia Marquinho. Aos 36 anos, o atleta, meio campista de origem, tem se acostumado a atuar como terceiro volante, quando o time passa a jogar com mais atacantes.
“O Marquinho é um jogador inteligente, sabe fazer essa marcação mais avançada e, quando tem a bola, inicia a saída pro ataque. Jogando com três ou quatro meias a importância dele no time é a mesma”, disse Charles Guerreiro.


(Diário do Pará)

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