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Esporte / Parazão

Parazão

Jacaré fez o Leão se sentir indefeso

segunda-feira, 06/05/2013, 03:49 - Atualizado em 06/05/2013, 03:49 - Autor:


A tarde de domingo teve de tudo um pouco, só para mexer mais com o imenso coração do torcedor paraense.


O clima na Arena Verde já parecia determinado. Com o estádio dominado por torcedores do Paragominas, a imagem do Clube do Remo chegava a Paragominas como a de um vilão das mais oriundas cavernas de um reino medieval. Comandados pelo mestre Charles Guerreiro, os jogadores do PFC seriam os cavaleiros da távola redonda, liderados pelo bravo Rei Arthur para derrotar o Leão que ameaçava a glória do reino verde.


O Remo fez seu papel e montou uma barreira de gelo que separaria o cavaleiro galante Paragominas de sua princesa chamada Vitória. A tarefa foi árdua e o Paragominas realmente bateu forte contra a muralha remista, deixando algumas marcas em suas fundações.


No segundo tempo o Remo viu o pior vilão que poderia ter existido: ele mesmo. Com a chegada de Weller, a muralha ruiu e o que se viu foram jogadores despreparados para defender a taça que viria do simples empate.


Em falha de Diogo Capela, não houve reza que impedisse o gol do PFC. Em um replay de causar horror aos remistas, mais uma falha do time levaria o Paragominas ao segundo gol, pelos pés de Aleilson. O Leão ainda tentou morder o braço daquele que o derrotava, mas levou o golpe de misericórdia. O grande herói da campanha remista, o goleiro Fabiano, se precipitou em ir para o ataque, e deixou a porta de sua fortaleza aberta para Aleilson, que fechou o placar em 3 a 1. 


Os vilões agora eram gatinhos assustados diante do Jacaré vitorioso. No campo de batalha houve quem comemorasse e quem chorasse, mas o maniqueísmo de vilão e heróis caiu. Tudo que vimos foi uma nova força e a sombra de uma antiga lenda, que já não faz mais jus a toda sua história e apoiadores.


(Diário do Pará)

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