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Leandro Cearense mantém fama de carrasco do Papão

segunda-feira, 29/04/2013, 05:59 - Atualizado em 29/04/2013, 05:59 - Autor:


A segunda vitória seguida em clássico não poderia ser mais justa para consagrar como herói, um jogador que foi cobrado e chamado até de mercenário. Antes do jogo, o atacante Leandro Cearense era perseguido por acreditarem que ele estava na sombra de Val Barreto, mas, com a exibição deste sábado, o jogador conseguiu reverter a concepção de muita gente. 


“Tive a felicidade de marcar três gols contra o Paysandu. Precisava muito marcar novamente. Todos os dias a minha filha pedia isso, e graças a Deus consegui surpreender o Paulo Rafael e fazer o gol. Ele pensou que eu ia chutar cruzado, mas, mesmo com a perna esquerda, consegui o chute e fui feliz”, comemora, seguindo. “Esse gol é pra minha filha, a Ana Carolina que, todo dia me ligava: ‘Papai, papai, cadê o gol?’”, revela. A satisfação de cumprir o desejo da filha tirou um peso das costas do artilheiro, que pela “seca” de gols vinha sofrendo críticas. “Desde os jogos da Copa do Brasil, falaram que eu deu uma de ‘fominha’, que não queria passar a bola. É uma resposta a alguns torcedores que vinham me criticando”.


Enquanto a felicidade resgatava o sorriso perdido de Cearense, outro atacante enfrentou o seu inferno astral momentâneo. Pela primeira vez, desde que chegou ao Paysandu, Iarley se sentiu cobrado de maneira áspera pela exigente torcida, ao ponto de ser vaiado em alguns lances, sobretudo quando errava passes. 


O baixo rendimento, apesar de ter rendido cobranças excessivas, encontrou consolo nas palavras do técnico Lecheva. “Todos os jogadores que não correspondem suas funções dentro do gramado, com certeza prejudicam. Não só o Iarley, como os demais jogadores. Nós temos uma equipe que trabalha em conjunto, nada individual. E quando tem uma ou duas peças em desatenção isso prejudica. Não foi só o Iarley que não estava num dia bom”, disse o comandante bicolor.


(Diário do Pará)

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