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Esporte / Parazão

Parazão

E o cenário da Curuzu está nebuloso

sábado, 27/04/2013, 09:47 - Atualizado em 27/04/2013, 09:47 - Autor:


Enquanto isso, para o sexto clássico do ano, a expectativa da torcida continua a alternar entre as mais diversas possibilidades. Alguns acreditam veemente que o Paysandu pode ter permitido aos azulinos um resultado favorável como parte de uma camaradagem antiga, existente entre os grandes times do Estado.


Se tem gente que acredita no “corpo mole”, outros preferem creditar a derrota a uma consequência natural do futebol. “Com certeza, claro que sim. O Papão relaxou para ter mais graça no jogo de amanhã (hoje)”, acredita o produtor cultural Moisés Marques, diferente do professor de letras Alan Pojo, que prefere acreditar no comodismo da equipe. “Apesar de ter ficado clara a superioridade remista em campo, notou-se claramente a apatia e o comodismo do time do Paysandu, que sequer demonstrou estar incomodado com o jogo próximo, basta (re)ver as entrevistas ao final do jogo”, diz, em opinião próxima a que o próprio Lecheva soltou em outras partidas, quando o time oscilou bons e maus momentos.


Por fim, e não menos importante, vale lembrar da máxima que permeia o futebol paraense, tratando-se do clássico. Re x Pa não tem favorito, já diz o ditado popular, invocado pelos torcedores menos críticos e mais analistas. “Todo mundo sabe disso. O Paysandu não jogou bem como fez em outras partidas, atuando direito só em um tempo, e o Remo soube aproveitar isso. Mas acredito que neste sábado será diferente por se tratar de um jogo decisivo onde não cabem erros”, completa o lutador Cláuber Anjos.


(Diário do Pará)

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