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Lecheva foca no lado positivo e confia na vitória

segunda-feira, 22/04/2013, 06:24 - Atualizado em 22/04/2013, 06:24 - Autor:


Mesmo garantindo conhecer o comportamento do adversário em campo, dificilmente o técnico Lecheva esperava enfrentar o rival com uma formação tática tão inusitada quanto a de sábado. Jogar no 3-6-1 foi o suficiente para desestabilizar a armação bicolor nos primeiros minutos, quando o Remo visivelmente controlou as ações em campo, até abrir o placar, aos 10 minutos.


“A gente sabia a maneira que o nosso adversário ia jogar. Principalmente quando vimos a formação muito mais defensiva do que nos outros jogos. Mas foi falta de atenção, principalmente no primeiro gol. No segundo gol teve a entrada ali do Jhonnatan. Eles jogariam daquela forma, com um atacante na frente pra tentar ligar a bola no ataque”, disse o técnico.


A questão defensiva, mesmo sendo esmiuçada pelo treinador, parece não ter sido entendida perfeitamente pelos atletas, sobretudo nos instantes anteriores aos gols. Porém, não só as falhas individuais proporcionaram o gol precoce, segundo Lecheva, é somando a falta de atenção com a forte chuva, que castigou o gramado do Mangueirão.


“Mesmo sabendo disso, ficamos desatentos e proporcionamos chance de gol para eles. Agora, durante todo jogo a nossa equipe teve a bola no pé, prejudicada talvez pela forte chuva e o campo pesado. Todos sabem que a nossa equipe é leve, gosta de trabalhar bem a bola”, defende, fazendo uma ressalva sobre a situação favorável aos azulinos.


“O importante foi que o grupo reagiu no segundo tempo e fez um gol. Tivemos chances claríssimas com o Heliton, com o Iarley e o Rafael, que poderia ter dado o empate, ou até mesmo a vitória. O importante foi a reação que tivemos, a decisão está em aberto e precisamos de uma vitória no sábado”, completa.


É hora de esquecer as brigas


O reflexo da apatia dos bicolores em boa parte do jogo pode ser traduzida em determinados momentos, entre eles, a áspera discussão envolvendo Yago Pikachu e Paulo Rafael. Na metade do primeiro tempo, o camisa 1 foi reclamar dos companheiros de defesa por um posicionamento mais forte na marcação, mas Yago Pikachu retrucou e o clima esquentou até o fato ser minimizado pelos outros atletas.


No intervalo do jogo foi preciso a interferência direta do técnico para contornar a situação difícil. “No calor do jogo isso acontece. O Rafael tem um temperamento muito forte, não sei quais foram as palavras que eles trocaram ali, mas no intervalo eu falei que ninguém era superior ao outro, mostrei o escudo do Paysandu”, disse o técnico.


Para os protagonistas da história, tudo ficou no passado. “Já esquecemos disso e vamos trabalhar pensando no próximo jogo. No vestiário, o Lecheva falou que isso acontece, mas que não se repita mais para não atrapalhar o time”, disse Yago Pikachu. “O importante é que conversamos no vestiário e voltamos diferentes para o segundo tempo”, completa Rafael.


(Diário do Pará)

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