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Esporte / Parazão

Parazão

Paysandu quer driblar o favoritismo no Parazão

segunda-feira, 01/04/2013, 08:23 - Atualizado em 01/04/2013, 08:23 - Autor:


Mais uma vez o destino colocou no mesmo caminho os maiores clubes do Estado. Remo e Paysandu farão a primeira semifinal do returno, e em dois jogos, decidirão quem vai para a final. O Papão, a contar pelo retrospecto e o conjunto mais entrosado, acaba levando uma fatia maior do favoritismo, apesar da recusa dos jogadores e comissão técnica. 


Numa projeção tática, baseada nos últimos quatro jogos disputados pela dupla, o time do técnico Lecheva vem numa ascensão técnica invejável pelos demais clubes. Em 18 jogos, foram 12 vitórias, cinco empates e uma única derrota, justamente para o maior rival. Os 41 pontos conquistados surgiram a partir dos 46 gols marcados e 20 sofridos, o que dá um aproveitamento ao time de 75,9%, quase 10 pontos percentuais acima do Leão Azul, com 66,7%. 


Mais adentro, o favoritismo saiu diante da própria eficiência em campo. No primeiro clássico do ano, o técnico Flávio Araújo conseguiu driblar a forte armação bicolor e sagrou-se vencedor por 2 a 1. Do lado bicolor, ficou um gostinho de vingança, que seria muito bem aplicada no decorrer do campeonato. Na primeira partida da final do primeiro turno, o resultado de 1 a 1 já premeditava o triunfo alviazul. 


A primeira vitória e o troco maior vieram na 2ª partida. O Paysandu venceu o Remo por 2 a 1 e faturou o título de campeão do primeiro turno, depois de um jogo emocionante, que teve como grande destaque o ex-azulino Raul, autor dos dois gols da vitória. Além dele, Lecheva fez uso de uma característica muito positiva até aqui: a entrada do terceiro atacante Héliton, que, ao lado de Yago Pikachu, inverteu o antigo panorama e anulou o agora fraco Berg. 


A vitória, além de quebrar a invencibilidade do Leão Azul, deu aos bicolores o controle total do campeonato e a certeza de um time taticamente superior, quando, no quarto Re-Pa, aplicou uma surra de 3 a 1, calando de vez os remistas e dando voz ao torcedor bicolor. 


PREPARAÇÃO 


Para os jogadores, o adversário, mesmo vindo de uma sequência de jogos nada animadora, não pode ser encarado como “galho fraco”, até mesmo porque, durante boa parte do primeiro turno, os remistas assumiram a condição de favorito, diante do retrospecto positivo, mas somente até a final do primeiro turno.


(Diário do Pará)


 

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