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Paysandu visitará Águia com desfalques

terça-feira, 12/03/2013, 03:16 - Atualizado em 12/03/2013, 03:16 - Autor:


Águia e Paysandu darão início à terceira rodada do returno do Campeonato Paraense. As duas equipes se enfrentam no estádio Zinho Oliveira, em Marabá, às 20h30. De um lado, os bicolores lutam contra as baixas na equipe titular, enquanto o azulão marabaense tenta se reerguer na competição, onde ocupa a penúltima colocação.


O Papão tem pela frente a missão de driblar um total de seis desfalques. O goleiro Zé Carlos está com dores no joelho e foi substituído por Paulo Wanzeler; o zagueiro Diego Bispo também se recupera de enfermidade e cede lugar a Thiago Costa; na cabeça de área, Ricardo Capanema também não jogará devido a um problema familiar; enquanto o lateral-esquerdo Rodrigo Alvim e os meias Djalma e Eduardo Ramos cumprem suspensão.


Para tanto, o técnico Lecheva terá de refazer o meio-campo, embora possa mexer no ataque. Existe a possibilidade de recuar Iarley para jogar ao lado de Lineker ou Alex Gaibu; enquanto Rafael Oliveira, já relacionado, voltaria ao lado de João Neto. Na vaga de Alvim, a dúvida fica entre Pablo e Bray.


Por outro lado, o técnico João Galvão tenta armar o Águia na ausência do zagueiro Bernardo. Para o lugar, as opções são Leoni, Vitor e Diogo, lateral de maior confiança do técnico. O goleiro Leandro contraiu infecção intestinal e também é dúvida. Todavia, o problema maior é afastar a má fase que impediu a vitória contra o Cametá. Vencendo de virada, o lateral-direito Mocajuba fez um gol contra cedendo o empate.


Diante do retrospecto, vale lembrar também que o Águia tem se mostrado um desafio indigesto aos times da capital. No último jogo entre as equipes em Marabá, válido pela Série C do ano passado, o jogo foi tenso e terminou empatado em 1 a 1, com destaque negativo para a contusão sofrida pelo goleiro Dalton, que deslocou o ombro e precisou ser operado.


Papão tem turma fora de combate


A ausência de seis titulares poderá afetar o Paysandu hoje, contra o Águia. Embora nos últimos jogos os reservas tenham conseguido êxito nas oportunidades, pela primeira vez o técnico enfrenta uma baixa tão elevada.


“Quando você não tem uma ou duas peças é uma coisa, agora cinco ou seis é muita coisa. Praticamente metade do time, além dos jogadores que estão sentindo gripe, resfriado, virose, então vamos ter que aguardar até a véspera do jogo”, disse o técnico Lecheva.


Mas o técnico acredita que os substitutos farão um jogo à altura. “Já está certo o Zé Carlos por uma lesão. Tem o Rodrigo, Eduardo e o Djalma por suspensão automática. O Capanema não joga por um problema pessoal, o Billy está com virose, todos esses estão fora do jogo. A gente tem vários problemas para administrar, mas sempre confiando na força do plantel. A oportunidade às vezes aparece dessa forma, cabe a eles não deixarem escapar”, garante.


No meio-campo, área mais atingida, o técnico pode optar por dois meias reservas ou recuar o atacante Iarley e pôr em seu lugar Rafael Oliveira. Certo mesmo, é a entrada de Paulo Wanzeler e a volta de Paulo Rafael. “No gol, o Paulo Wanzeler vai ser normalmente titular, pois tem mais ritmo de jogo que o Rafael. No meio-campo, temos o Lineker e o Gaibu. Para a vaga do Rodrigo vou analisar entre Bray e Pablo”, pontua.


Eduardo Ramos nega cobiça de outros times


O meia do Paysandu, Eduardo Ramos negou que fora sondado com propostas de times brasileiros de outros estados, entre eles a Ponte Preta, Criciúma e principalmente o Cruzeiro. 


Além dele, o diretor de futebol do clube bicolor, Clodomir Araújo, garantiu serem infundadas as cláusulas para transferência do atleta a times da primeira divisão. 


O contrato com Eduardo tem validade até o final do ano e, segundo Clodomir, a multa de rescisão contratual para times nacionais é de R$ 1 milhão e R$ 1,5 milhão para times estrangeiros.


Respeito é palavra de ordem


Não é novidade para ninguém que em jogos envolvendo Paysandu e Clube do Remo, contra o Águia de Marabá, o mínimo sempre repercute além do esperado. 


A rivalidade cada vez mais acentuada requer muita paciência e uma dose extra de sorte. E com o agravante da situação delicada dos marabaenses na tabela, a atenção bicolor será redobrada na noite de hoje, quando visita o Azulão no Zinho Oliveira, às 20h30, em Marabá.


“É um jogo difícil. A gente sabe da força do Águia jogando dentro de casa, mas eu também tenho certeza que do lado daqui tem jogadores empenhados. Agora é certo que teremos de brigar muito para trazer a vitória. É um jogo difícil até no gramado, que é ruim, mas foi dessa forma no ano passado e pode ser assim novamente”, acredita o meia Alex Gaibu.


ENTROSAMENTO


Para o goleiro Paulo Wanzeler, o problema maior em jogos do tipo, é manter o entrosamento com a defesa, mas entre os jogadores do Paysandu tem sido diferente. “As oportunidades que tive de jogar contra o Águia foram bem legais, e graças a Deus estou tendo essa chance novamente. A gente fica feliz por ter alguns jogadores de qualidade na retaguarda, e a gente sabe que quem joga atrás é muito complicado, qualquer erro atrapalha”, assegura.


(Diário do Pará)

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