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Remo: perdeu o turno e a invencibilidade

segunda-feira, 04/03/2013, 06:24 - Atualizado em 04/03/2013, 06:26 - Autor:


Foi a primeira derrota do Clube do Remo no Campeonato Paraense. Mas ela doeu. Foi responsável por quebrar duas invencibilidades: a de 11 jogos sem perder do Remo e a de 24 do técnico Flavio Araújo. E a derrota veio no único momento que não podia: na final do turno. Agora, a vaga na Serie D, principal objetivo do clube, continua longe. Mesmo com tudo isso, Flávio Araújo tentou passar boas vibrações aos torcedores azulinos, em sua entrevista coletiva pós-jogo.


“No futebol, assim como na vida, todos caem, mas só os fortes têm perseverança para se reerguer”, foram as primeiras palavras do treinador, minutos depois de perder o título da Taça Cidade de Belém. “Lógico que vamos para casa abatido, sofrendo. Mas nosso grupo é feito de homens de caráter. Nós caímos, mas somos homens valentes para dar a volta por cima”, disse Flávio.


O comandante do Leão não escondeu sua chateação com o segundo tempo ruim do seu time, que só ficou no campo de defesa. “A grande diferença desse jogo foi que não jogamos no segundo tempo. Nosso time tem tranquilidade e, ao mesmo tempo, agressão e potencial para atacar. Por mais que você chame um atleta na beira do gramado, não é suficiente. Não era para ficarmos daquela maneira e pagamos um preço muito alto por isso”, definiu Flávio, que listou o fato de ter feito duas substituições forçadas como um dos pontos para não conseguir reorganizar a equipe.


“Se o Mauro (zagueiro) não tivesse se machucado, teria feito a entrada do Ramon (meia), mas infelizmente o Mauro se contundiu. Ainda teve o Gerônimo (volante), que sentiu cãibras e pediu para sair”, revelou.


Coragem e raça para se reerguer...


O elenco do Clube do Remo saiu abatido do Mangueirão na noite de ontem. Foi a primeira derrota da equipe na competição. Sem dúvida, mais dolorida, por acontecer quando não podia: na final do turno. Poucos quiseram dar entrevista. O capitão Carlinho Rech não fugiu dos microfones e das câmeras da imprensa. Deu as caras e falou o que o engasgava. “Claro que não tem ninguém vibrando depois dessa derrota e nem achando a menos pior por ter sido a primeira. Estamos, todos, muito tristes”, afirmou. 


Contudo, o zagueiro capitão compartilhou a mesma ideia do técnico Flávio Araújo: levantar a cabeça e pensar no segundo turno. “A gente sabia que existia essa possibilidade (da derrota). Podia acontecer a qualquer momento. Mas, já temos oportunidade de recomeçar no segundo turno essa semana e dar a volta por cima”, deseja, de olho no jogo de quinta-feira (7), contra o Santa Cruz de Cuiarana, no Mangueirão, às 20h30.


O zagueiro que machucou o supercílio e chegou sair sangrando do campo em alguns momentos, pede para a torcida não abandonar a equipe. “Espero que o torcedor não baixe a cabeça, assim com nós, jogadores, não vamos baixar a nossa. Estamos prontos para lutar”, garante.


(Diário do Pará)

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