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Esporte / Parazão

Parazão

Técnicos mantém tranquilidade no campo e fora dele

domingo, 24/02/2013, 07:55 - Atualizado em 24/02/2013, 07:55 - Autor:


Flávio Araújo demonstrou serenidade durante os treinos que antecederam o jogo de hoje. Como de costume, não deixou de fazer sua prece ao final de cada dia de trabalho, no altar de Nossa Senhora de Nazaré, localizando entre o gramado e os vestiários do Baenão. Na semana decisiva de Re-Pa, as paradas para rezar não saíram das suas obrigações diárias.


As preces estão trazendo graças a Flávio. Em alguns momentos, o time do Remo jogou mal nesse campeonato. Parecia que iria perder. Mas ele é o único treinador que conseguiu chegar à final do primeiro turno de maneira invicta. Exatos nove jogos. No entanto, Flávio não se preocupa com números. Tanto que, até a semana passada, nem ele sabia que, atualmente, é um dos treinadores que mantêm o maior período de invencibilidade no Brasil.


Primeiramente, se falaram em 38, depois 40, mas, essa semana, descobriu-se que, na verdade, se trata de 24 partidas em que Flávio não sente o gosto da derrota. Não estavam contabilizando uma derrota sofrida pelo time B do Sampaio Corrêa (MA), no ano passado.  “Hoje, no futebol moderno, a diferença de nível técnico entre as equipes é muito pequeno, o que torna os trabalhos físicos e táticos muito importantes. Então, isso torna o fato de não estar perdendo muito importante. Mas, mesmo assim, você tem que enxergar os seus erros, para que a gente possa estar melhorando e sempre ganhando com convicção, como foi domingo (passado) contra o Paragominas”, ensina.


EQUILÍBRIO BICOLOR
Na semana que antecedeu o clássico, Lecheva manteve seu estilo pacato. Porém, a tranquilidade dá lugar a um professor atento e detalhista, que não precisa dar corpo a ideias mirabolantes. Ele faz o simples com peças de qualidade e sabe bem onde pode e quer chegar. Dia a dia o técnico segue a rotina de conversas, treinos e mudanças, tudo para dar conta da responsabilidade imensa que carrega.


Sendo assim, quando perguntado o que representa o clássico, a resposta retorna ao ponto de equilíbrio, seu mantra diário: a calma. “(Nervosismo) Pra mim não. Sempre fui bem tranquilo quanto a esse lado pré-jogo, independente de quando eu jogava ou agora como treinador do Paysandu. Eu procuro manter as minhas rotinas normais, meus trabalhos. O “oba-oba” fica a critério da torcida, da imprensa que precisa noticiar o espetáculo”, resume e projeta. Sinal de que chegou a hora.


(Diário do Pará)

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