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Esporte / Parazão

Parazão

Remo e Paysandu tem estratégias para jogo

domingo, 24/02/2013, 07:37 - Atualizado em 24/02/2013, 07:37 - Autor:


Papão vem ao gosto do cliente


A julgar pelas últimas partidas do Paysandu, a equipe que inicia o Re-Pa não deverá sofrer grandes alterações. Embora o técnico não confirme, a maior “dor de cabeça” até aqui deve recair sobre a cabeça de área, crucial para o sistema defensivo do time e responsável por grande parte das articulações ofensivas. Com as três peças à disposição, Vanderson, Ricardo Capanema e


Esdras, tudo depende de como o adversário será postado em campo, ou como o próprio Lecheva apostar.
Na zaga, a ausência de Raul parece credenciar automaticamente a volta de Thiago Costa, uma vez que os dois revezaram boa parte do campeonato, sempre ao lado de Diego Bispo. Nas laterais, Yago Pikachu e Rodrigo Alvim permanecem como titulares. Mais à frente, o Papão tem se mostrado um pouco instável, tudo porque as três opções imediatas tiveram atuações destacadas, principalmente Eduardo Ramos, credenciado como o “maestro” do time devido à qualidade de passe e visão de jogo diferenciada.


Além dele, Djalma também tem caído no gosto. A revelação da base bicolor ganhou a confiança do técnico pela velocidade e explosão de jogo, premiada com três gols no Parazão, um deles uma pintura contra o São Francisco. Talvez por ser mais jovem, Djalma ganhou a vaga que antes pertencia a Alex Gaibu, que tem as mesmas características, porém mais experiente, mas sem o gás para segurar os 90 minutos.


Em relação aos atacantes, o cenário premedita ser o mesmo. Rafael Oliveira e João Neto vêm correspondendo com gols, mas Lecheva também tem Iarley. E segundo o próprio, caso o adversário se feche no esquema de três zagueiros, uma das surpresas poderá surgir nessa deixa. “O adversário joga com três zagueiros, nós podemos optar também por três atacantes, tem essa possibilidade e de repente mais uma surpresa”, inflama o técnico.


Leão aposta no fator surpresa para intimidar


Depois de bancar o radical no último jogo contra o Paragominas, o técnico Flávio Araújo, para a primeira partida final de hoje, contra o Paysandu, preferiu adotar mistério, pela primeira vez, diga-se de passagem. “Vocês, da imprensa, só vão saber a escalação horas antes do jogo”, afirma o treinador. Diante do PFC, quando muitos não acreditavam que ele poderia alterar drasticamente a equipe, mexeu em mais de meio time, com seis
modificações.


O resultado foi satisfatório, com a equipe tendo realizado a melhor apresentação até o momento, nas palavras do próprio treinador. Por conta disso, a postura radical do treinador deve ficar para trás. Serão, no máximo, duas alterações. Garante o próprio treinador que deseja contar com o fator surpresa para o jogo. “Podemos fazer duas mudanças na equipe. Mas não vou falar as posições, senão todos irão saber. E a surpresa é uma arma válida em clássicos”, diz.


As únicas duas dúvidas são nítidas para quem acompanhou o três coletivos realizados por ele esta semana que passou, no Baenão: na zaga e no ataque. No setor defensivo, ele não sabe se utiliza Carlinho Rech ou Henrique. O primeiro voltou de suspensão e é capitão da equipe; já o segundo carrega consigo todas as boas atuações da zaga em suas participações. O problema é que Henrique ainda sente dores de uma lesão no joelho. Flávio, talvez, tema forçá-lo.


A outra é no ataque. Mas, neste setor, não se trata tanto de dúvida, mas sim de estratégia. Araújo também tem duas opções no setor mais ofensivo da equipe: Leandro Cearense ou Val Barreto, quem é melhor para começar ao lado de Fábio Paulista, titular absoluto? Os dois atacantes trazem consigo a fama de matadores. Se seguir a lógica da última partida, Leandro é quem começa e Val fica como talismã no segundo tempo.


Ao longo da semana, Flávio testou a equipe no 4-3-3. Foi a primeira formação diferente do habitual 3-5-2. A estratégia tem a ver com o posicionamento da equipe, que pode mudar para levar vantagem sobre o rival.


(Diário do Pará)

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