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Remo se impôs diante do adversário

segunda-feira, 18/02/2013, 06:52 - Atualizado em 18/02/2013, 06:52 - Autor:


O Clube do Remo entrou em campo com nada menos que seis mudanças para o jogo de volta da semifinal contra o Paragominas, na tarde de ontem. Mais de meio time alterado e a ousadia do técnico Flávio Araújo deu certo. Mais que certo. O Remo foi um time diferente do primeiro jogo e não deu espaço para o PFC. O resultado foi quase lógico: 2 a 0 para Leão. Os mais de 14 mil azulinos presentes no Mangueirão tiveram uma noite de bom sono após assistir uma apresentação do seu time, classificada pelo comandante, como “excelente”. Agora, o Mais Querido descansa por um dia e começa se preparar para enfrentar o grande rival Paysandu, no próximo domingo, na decisão da Taça Cidade de Belém. 


Os primeiros 10 minutos de partida foram de respeito mútuo. Com marcação forte para os dois lados, as primeiras investidas foram do Paragominas, porém, de maneira tímida. Passado esse primeiro momento, o Remo mostrou a que veio: buscar o gol. Primeiramente, Mauro cabeceou com perigo aos 11 minutos; logo em seguida, aos 14 minutos, Fábio Paulista avançou sozinho pelo lado direito, mas acabou se atrapalhando e não chutando em gol. Aos 20 minutos do primeiro tempo, o Leão já tinha feito quatros finalizações. Ainda vinha mais. Antes disso, Aleílson levou susto à defesa do Remo, quando pegou uma sobra de bola de frente para o gol, porém, chutou mal. Mas, no contra-ataque, foi à vez de Jhonnhatan ficar de frente para o gol de André Luís, que estava bem posicionado e defendeu. Depois disso, ainda foram mais duas chances, com Paulista e outra com Thiago Galhardo. “O Remo teve cara de Remo”, definiu o meia, na descida para o vestiário. 


Na etapa complementar, foi Aleílson que tentou fazer o “PFC ter cara de PFC” logo aos três minutos. Mas, parou por aí. O PFC não conseguiu construir jogadas e se via acuado em campo pela organização tática dos donos de casa em campo. O Leão votou a mandar no jogo, mas foi preciso um jogador sair do banco de reservas para consagrar essa soberania. 


Aos 21 minutos, Val Barreto entrou e precisou de menos de três minutos para soltar o grito de gol entalado na garganta: recebeu na entrada da área, dominou e chutou forte para fundo do gol. Era o gol que os azulinos queriam para ter tranquilidade. E foi o que aconteceu. Os comandantes do Flávio não deixaram o time do técnico Charles Guerreiro jogar. Só restou a eles assistir Jhonnathan dar um belo passe para Fábio Paulista ampliar aos 35 minutos. Era o segundo gol. Era o gol da vitória. Era gol que colocava o Remo na final do turno, mas sobretudo, um gol que renasce a esperança de dias melhores para a torcida.


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