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Copa América de 2007: segundo bicampeonato e hermanos fregueses

terça-feira, 11/06/2019, 08:05 - Atualizado em 11/06/2019, 08:05 - Autor:


Mesmo já tendo participado de 13 continentais, foi a primeira vez que a Venezuela sediou uma Copa América – aliás era o único país da Conmebol que ainda não tinha recebido o torneio. Além dos países da América do Sul, estiveram presentes México e Estados Unidos. No futebol, nem sempre o melhor time no papel consegue prevalecer. Brasil e Argentina chegaram para a decisão com elencos de níveis contrastantes, mas a rivalidade de sempre.

A seleção dos hermanos estava incrível no campeonato, com 100% de aproveitamento até a final. Uma das melhores seleções que a Argentina já teve, com nomes como Roberto Ayala, Javier Zanetti, Hernán Crespo, Carlos Tévez, Mascherano, Cambiasso, Messi e muitos outros grandes astros. A albiceleste claramente estava na Copa para ganhar. Por outro lado, o Brasil não contava com seus maiores nomes – uma equipe composta de bastante promessas – mas mesmo assim não estava na competição para brincadeira.

A Seleção canarinha teve alguns lampejos de ótimo futebol, como nos 6 a 1 em cima do Chile de Valdívia, nas quartas-de-final. Mas a trajetória brasileira foi muito mais tortuosa do que tranquila, com direito a uma dramática partida nas semifinais decidida nos pênaltis contra o Uruguai. Já os hermanos conseguiram impor a superioridade de seu elenco durante todo o torneio. Passaram no mata-mata sem nenhum esforço por Peru e México.

Era mais do que evidente que a Argentina era a favorita para a final contra o Brasil. O que ninguém esperava era um golaço de Júlio Baptista logo aos quatro minutos de jogo. A partir daí, o jogo ficou bastante disputado, com grandes chances dos dois lados. Porém, valeu a pressão dos brasileiros, que fizeram o zagueiro argentino Ayala acertar o próprio gol, aumentando a vantagem. Os albicelestes tentaram, contudo, aos 25 do segundo tempo, Daniel Alves fechou o caixão. O Brasil, além de trazer o oitavo título, manteve a fila da Argentina de, naquela época, 14 anos e que hoje se estende para 26 anos sem um título continental.

Fonte: Gazeta Esportiva

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