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Clube do Remo: fator surpresa também conta!

sábado, 16/02/2019, 08:28 - Atualizado em 16/02/2019, 08:28 - Autor:


Em Belém desde à tarde da última quinta-feira (14), quando a delegação desembarcou após o compromisso pela Copa do Brasil na Região Metropolitana de Vitória, no Espirito Santo, somente ontem o grupo de jogadores voltou aos treinos sob o comando da comissão técnica. O treinamento, contudo, realizado no estádio Mangueirão, palco do primeiro clássico Re-Pa do ano, foi fechado à imprensa e sem qualquer informação sobre a possível escalação azulina. O time que entrará em campo certamente passará por alterações, devido ao baixo rendimento apresentado contra o Serra-ES, que culminou com a eliminação remista do certame nacional.


Porém, na contramão, mesmo que possua dúvida para a composição, o treinador João Nasser Neto deverá lançar na onzena titular alguns atletas que sabem e bem o que significa o confronto entre as duas potências do Estado. Vinícius, Mimica e o estreante pelo lado do Baenão, Djalma, relataram a importância na busca de um bom resultado perante a torcida. Tanto o goleiro quanto o zagueiro, remanescentes de 2018, estiveram presentes nas quatro vitórias aplicadas em cima do arquirrival e destacaram que, quanto maior o conhecimento relativo à pressão, peso e consequência do choque, mas concentrado colocar o atleta para entrar em campo. “É um jogo diferente, a gente sabe que ninguém gosta de perder e, em clássico, pior ainda. Nem impar ou pá a gente quer. Falamos isso com o restante do grupo, de repassar confiança que vamos ser presentados”, analisou Mimica.


Mesmo com a expectativa de entrar em campo pela primeira vez no Re-Pa com a camisa azulina, Djalma, talvez, seja o profissional mais experiente das duas agremiações no clássico local que entrará em campo, amanhã à tarde. Isso porque ao longo da sua passagem pelo time bicolor, o lateral marcou presença em várias oportunidades. E o jogador quer colocar todo o conhecimento em prática para estrear positivamente em clássico pela nova equipe. “Já foram alguns (clássicos), sim. É um clima diferente, que mexe com a cidade e nada melhor que uma vitória para abaixar os ânimos. O grupo tem qualidade e o treinador é inteligente com o que faz. Buscar o ritmo certo de jogo para fazer o resultado”, destacou.


TIAGO FÉLIX


Outro jogador natural da terra que poderá ter a chance de estrear no clássico Re-Pa de amanhã é lateral-esquerdo, Tiago Félix. O profissional, aliás, foi um dos poucos que se safaram da chuva de críticas direcionadas ao time azulino pós-eliminação da Copa do Brasil, por parte da torcida.


Tiago Félix, assim, quer continuar com a relação saudável com os torcedores com uma nova boa atuação e, quem sabe, sendo ativo para uma vitória remista após os 90 minutos. “A cobrança em cima de um jogador daqui é muita alta e isso nos faz trabalhar mais para ter reconhecimento em campo. Não basta só vencer, a gente precisa sempre provar que é capaz de defender a equipe. O time vai chegar para brigar por um resultado e se Deus me abençoar poder ajudar com passe, cruzamento ou até gol”, almeja.


(Matheus Miranda/Diário do Pará)

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