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Bicolores têm primeiro contato com o palco do clássico de domingo

quinta-feira, 14/02/2019, 10:04 - Atualizado em 14/02/2019, 10:04 - Autor:


Aproveitando a oportunidade de treinar no Mangueirão, ontem de manhã, os jogadores do Papão trabalharam no palco do Re-Pa de domingo e, para muitos deles, foi o primeiro contato com o estádio estadual. Antes do começo do trabalho, o técnico João Brigatti reuniu o grupo no centro do gramado para uma conversa sobre o confronto com o maior rival.


O goleiro Douglas Silva, machucado no joelho esquerdo, e o zagueiro Perema, com dores no joelho direito, continuam de fora dos treinamentos com bola. Ambos já estão entregues a trabalho de fisioterapia.


Para o zagueiro Micael, depois de um jogo em Castanhal num gramado muito ruim, saber que o próximo será em um campo em melhores condições chega a ser um alívio. “Choveu pela manhã, mas o campo está bom, firme, a bola corre bem e possui poucas irregularidades. O gramado está muito melhor do que esperávamos”, disse. “A maioria dos campos que treinamos é com lama e o gramado do Mangueirão é mais firme, mais rápido. O Paysandu vem numa crescente boa e o nosso ponto forte é o grupo, questão de seriedade e profissionalismo”, diz.


O capitão bicolor comentou também sobre o retrospecto de 2018, quando o Papão perdeu os quatro clássicos. Ele defende que é outro elenco e a maioria dois jogadores não estava no clube, mas, por outro lado, garante que ninguém ignora a responsabilidade que os resultados negativos trouxeram ao time. “Quando vestimos a camisa de um clube, nós carregamos a história dele. Sabemos o que ocorreu no ano passado, porém, não pode pesar tanto. Temos que manter a frieza e o profissionalismo. Vamos manter a seriedade, a pegada e a disposição. É dessa forma que vamos trazer o torcedor. Sabemos que a presença deles faz a diferença”, explicou Micael.


A gravidade nas palavras do zagueiro deixam claro como o jogador vem encarando o primeiro Re-Pa de sua carreira. Para ele, são dias diferentes, inclusive com as palavras tendo que ser medidas para não criarem motivos para serem interpretadas de outras formas. A ordem é manter a serenidade e o foco. “Semana de clássico nunca é cara de sorrisos. É cara de seriedade”.


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E mais...


- Ao ser rebaixado à Série C, o Paysandu teve automaticamente cancelado o contrato de patrocínio coma Caixa Econômica Federal. Ontem, o clube foi notificado pela CEF que não receberia a parte da última parcela a que tinha direito pelo patrocínio.


- O Papão recebia R$ 600 mil por mês divididos em doze parcelas de R$ 50 mil, cada. A última parcela não foi paga em sua totalidade, com desconto de 25%, porque o clube não cumpriu um dos 32 itens estipulados pelo banco. O Papão tinha duas metas nas redes sociais. Uma, a de crescimento, foi alcançada, a outra era de alcançar um número mínimo de interações, não foi.


- Como a maioria dos clubes não alcançou essa meta, ela estaria sendo reavaliada e esse valor pode ser repassado se for considerada a favor dos clubes.


- A necessidade de mais recursos e a véspera de um clássico pode, inclusive, unir rivais históricos. Amanhã de manhã, os presidentes de Paysandu, Ricardo Gluck Paul, e de Remo, Fábio Bentes, têm um encontro no Hotel Regente para uma entrevista coletiva. Além do clássico, na pauta um novo patrocinador em comum que será voltado para obras de estrutura. No lado bicolor, o objetivo são as obras no centro de treinamento, do azulino a intenção é a retomada nas obras de reparo no estádio do Baenão.


(Tylon Maués/Diário do Pará)

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