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Herói e matador: Vágner lembra carreira de ídolo no Paysandu

sábado, 02/02/2019, 13:23 - Atualizado em 02/02/2019, 15:29 - Autor:


O dia é de festa para a Fiel Bicolor, pois o Paysandu Sport Club completa 105 anos de glórias no futebol brasileiro, neste sábado (2) e vários jogadores fizeram história no clube de Suíço, entre eles um carioca que foi decisivo em dois grandes momentos na história do Papão.


Atualmente técnico de futebol, o carioca Wagner Valente de Aquino veio para o Paysandu em 97 e chegou fazendo parte da história de uma das grandes vitórias da equipe alviceleste: a vitória que colocou fim ao tabu de 33 partidas diante do Remo, o que levou a Fiel Bicolor ao delírio no Mangueirão.


“Eu cheguei no Paysandu em 97 junto com o Julinho através do técnico Ricardo Barreto e mesmo com pouco tempo de adaptação, pude fazer com que aquele jogo fosse especial. Era um peso enorme o tabu do rival e a vitória veio de forma dramática, com um sabor especial para a torcida, para o treinador Nad e para nós jogadores”, revelou o ex-atacante bicolor.



(Vágner último agachado fez o gol que acabou com o jejum de vitórias do Papão sobre o rival, em 97. Foto: Acervo Pessoal)


 


Outro momento mágico de Vágner com a Fiel foi um ano depois: O Paysandu voltou a ser campeão paraense após cinco anos de jejum e o então camisa 9 acabou sendo o artilheiro da equipe na campanha do título Estadual de 98.


“O título de 98 foi especial não pela campanha apenas, mas por ser artilheiro do campeonato e isso aproximou completamente a paixão da Fiel por mim e a minha pelo Paysandu. Mais de 20 anos se passaram e acompanho sempre o Paysandu”.


Vágner relembra dois gols especiais e deixa seu recado aos torcedores do Paysandu. “Dois gols foram especiais no Paysandu. O primeiro em 97 na quebra do tabu e o segundo na final do Paraense de 98, onde o Luis Carlos Trindade tomou uma bola do Paulo Paiva e rolou para mim, que tirei do goleiro e fiz o gol”.


“Parabéns Paysandu e a sua torcida pelos seus 105 anos. Muito obrigado por fazer parte dessa história”, finalizou.


(Diego Beckman/DOL)

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