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Bicolores se emocionam com festa em Belém

domingo, 11/11/2012, 17:51 - Atualizado em 11/11/2012, 18:10 - Autor:


Belém parou. Nada menos do que isso pode retratar a chegada da delegação do Paysandu na capital paraense, após a conquista do acesso para a Série B 2013, contra o Macaé-RJ, fora de casa.


Mesmo com a derrota por 3 a 2, o Papão garantiu mais uma participação na segunda divisão do Brasileiro. A torcida, por sua vez, não deixou por menos. Carros, bandeiras e foguetórios agitaram a noite de sábado (10) e a manhã e início de tarde deste domingo (11).


No aeroporto, milhares de torcedores extasiados transformaram Val-de-Cans em um pedaço de Curuzú. Em meio a euforia que tomava conta, alguns ‘herois’ alvicelestes tentaram esboçar algumas palavras.


Entre uma lágrima e uma interrupção por algum grito, abraço ou até mesmo ‘levitação’, os jogadores não conteram a emoção.


Harison, um dos mais experientes e um dos mais emocionados na festa, diz ter realizado um sonho com o acesso do Papão, após longos anos na Série C. “Não imaginava isso(festa), não. Acho que é tudo isso que eu queria. Eu falava antes, para os jogadores, eu sabia que ia chegar no aeroporto e ia estar todo mundo esperando pela gente. O meu sonho era esse, hoje está realizado”, lacrimejando desabafou o meia.


Lecheva também não baixou o nível de emoção. Sendo literalmente carregado pelos braços da fiel, o treinador agradece aos céus por ter tido mais uma oportunidade de entrar para história do Paysandu, dessa vez fora das quatro linhas.


“Eu só tenho a agradecer por Deus estar me proporcionando viver novamente esse sentimento. Não tem palavras que consigam explicar ou que justifiquem o que estou passando”, comentou Lecheva.


O projeto profissional também foi valorizado pelo comandante. Lecheva celebra estar no momento certo e na hora certo, mesmo sendo convidado inicialmente para trabalhar como auxiliar técnico no Papão.


“Acho que tudo isso não deixa de ser parte de um projeto. Desde que o Luiz Omar assumiu, nós ficamos encarregados de assumir como auxiliar técnico do clube, mas sabendo que em algum momento a gente poderia assumir a função de treinador, como acontece em vários clubes. Graças a Deus deu certo. Facilitava por eu entender e conhecer bem o clube e, além de tudo isso, ter uma ligação sentimental com o Paysandu”, concluiu.


(Felipe Saraiva/DOL)

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