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Paysandu entra em campo precisando vencer o líder Paragominas

Com o empate na estreia, time bicolor não pode nem pensar em tropeçar, hoje à noite, contra o Paragominas, líder do Grupo C do Parazão.

quinta-feira, 04/03/2021, 08:30 - Atualizado em 04/03/2021, 08:30 - Autor: Tylon Maués


Imagem ilustrativa da notícia Paysandu entra em campo precisando vencer o líder Paragominas
| Jorge Luiz/Paysandu

O começo do Paysandu no Campeonato Paraense foi de dificuldades, com apenas dez dias de treinos diante de um adversário dificílimo, que foi o Castanhal, com o placar terminando empatado. Na segunda rodada, mais uma pedreira pela frente. O Papão vai encarar o Paragominas, hoje à noite, na Arena do Município Verde. O Jacaré do Norte vem de uma excelente vitória fora de casa, mostrando uma atuação segura e objetiva contra o Itupiranga.

Mesmo com o bandeiramento vermelho pela Covid-19 no Estado, o Parazão não foi paralisado, mas algumas adaptações tendem a ser feitas. O jogo de hoje, por exemplo, estava marcado originalmente para às 19h, mas foi antecipado em uma hora por causa do horário e, entre outras coisas, para evitar aglomeração nos arredores do estádio municipal de Paragominas.

O Papão precisa se recuperar para não ver o Bragantino disparar na liderança do Grupo A. O Braga venceu na rodada inaugural e fará duas partidas seguidas dentro de casa. Já o PFC está no Grupo C, chave que está num equilíbrio absoluto. Ele divide a liderança com Águia e Independente, todos com três pontos, sendo que ainda há o Japiim correndo por fora em busca de uma das duas vagas.

Depois das dificuldades da estreia, o Paysandu viajou a Paragominas com os reforços dos jogadores que ganharam condições de jogo. O lateral-direito Israel, os volantes Elyeser e Ratinho e o meia Ruy passaram a ser opções ao técnico Itamar Schülle. Ratinho e Ruy, por exemplo, estão entre os últimos a chegar e não há garantia de que iniciarão a partida, mas já poderão ficar no banco como opção para o decorrer da partida.

O principal desfalque será o goleiro Victor Souza, que fraturou o nariz e terá que passar pelo menos uma semana sem treinar com bola ao lado dos companheiros, fazendo apenas trabalhos físicos.

Para os bicolores, a expectativa é que de domingo para hoje o time consiga ter uma evolução física e técnica, tendo menos problemas diante dos poucos dias de preparação. Ainda não será agora que a equipe bicolor jogará da forma que o treinador espera, mas é possível que já consiga mostrar mais do que foi diante do Castanhal.

O que Itamar Schülle fez questão de deixar claro após a partida de domingo é que, independentemente de como o time bicolor está, em que nível e preparação vive o Paysandu, a obrigação é vencer e isso será mais uma vez posto à prova logo mais. “Nós nunca vamos considerar um empate bom resultado, independentemente de jogar fora ou em casa, o Paysandu sempre vai buscar a vitória”.

CONFIANÇA

Para os novatos do Paysandu, a possibilidade de estrear hoje permeia de ansiedade os momentos antes do apito inicial. Mesmo longe de um ideal físico para um rendimento adequado, eles sabem que o momento é de se doar para a equipe, que teve que estrear com sem ter tido um tempo de preparação necessário.

O volante paraense Elyeser comentou que o pouco tempo de preparação vai ser compensado com muita garra e entrega dentro de campo. Ele salientou que foi assim domingo passado, diante do Castanhal, com o Paysandu quase chegando à vitória mesmo diante de um adversário bem melhor preparado fisicamente. “Tivemos pouco tempo de trabalho, mas o torcedor viu que não vai faltar empenho desse grupo. Foi apenas a primeira rodada de um começo de um trabalho e tenho certeza que já no segundo jogo o time vai estar melhor”.

A presença de jogadores especialistas em todas as posições na delegação que viajou a Paragominas foi algo muito comemorado pelo técnico do Papão, que salientou a insatisfação em ter que escalar jogadores fora de suas posições. Mesmo com os atletas ainda em busca de uma melhor condição física, um grupo mais homogêneo é motivo de satisfação. “Fico feliz quando se tem opções, sem ter que improvisar. Se tem uma coisa que eu não gosto é improvisar, o que faço somente quando não há opções”, confirmou Itamar Schülle.

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