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Esporte / Esporte Pará

EXPERIÊNCIA EM RE-PA

Sem perder para o Remo, Paysandu  minimiza retrospecto e prega respeito para o clássico 

Com uma sequência de jogos sem saber o que é perder para o Remo, equipe do Paysandu minimiza bom retrospecto e prega respeito e igualdade para o clássico do próximo sábado

quarta-feira, 30/09/2020, 10:18 - Atualizado em 30/09/2020, 10:26 - Autor: Tylon Maués


Lateral-esquerdo Bruno Collaço avisa que o Papão quer deixar oscilação para trás e obter mais três pontos
Lateral-esquerdo Bruno Collaço avisa que o Papão quer deixar oscilação para trás e obter mais três pontos | Jorge Luis Totti/Psc

O Paysandu vem invicto há dez jogos contra o Clube do Remo, adversário do próximo sábado (3), em jogo pela nona rodada da Série C do Campeonato Brasileiro. É uma marca que nem chega perto dos 33 jogos de invencibilidade do Leão Azul nos anos 90, mas lá se vão dois anos sem que o Papão saiba o que é sair de campo derrotado. Os bicolores garantem que esse retrospecto não quer dizer que haja alguma vantagem de um lado ou de outro. O discurso é o mesmo para todos, de respeito e igualdade para ambos os lados.

“A pressão é natural para os dois lados. Isso é coisa de clássico. A gente vem construindo bons números porque nunca nos acomodamos. É uma semana diferente, com pressão para dois lados e temos que saber nos motivar para fazer um bom jogo. Buscamos nossa recuperação e isso passa por entrar e ficar no G4. O jogo do final de semana é mais um muito importante visando esse objetivo”, comentou o lateral-esquerdo Bruno Collaço. “Clássico não se joga, se vence. É um duelo e temos que estar atentos a cada jogada. Não dá nem para piscar para não dar armas ao adversário”, completou o zagueiro Wesley Matos.

O Paysandu foi o único time da Terceirona que manteve quase todo o elenco do ano passado para cá, ou seja, quase todo mundo que treina na Curuzu esteve presente nessa invencibilidade recente. Bruno Collaço salienta que é muito bom ter essa vivência, já ter passado por uma semana que antecede um Re-Pa e que isso pode ajudar, mas não necessariamente ser decisivo. “É um fator importante ter vivenciado esse jogo. Mas decisivo, não. Cada jogo é diferente e cada clássico escreve uma história diferente. É importante boa parte do elenco já ter vivenciado esse ambiente”.

O clássico de sábado fecha os jogos de ida da Série C e será a chance do Paysandu terminar na parte de cima da classificação depois de um começo muito ruim. O lateral do Papão salientou a melhora que o time teve desde as primeiras rodadas. “Não começamos como desejávamos. Era para estarmos numa situação mais confortável. Mas infelizmente oscilamos demais e estamos em recuperação. Nosso objetivo é fechar bem esse primeiro turno para dar continuidade em nossa recuperação”, observou Bruno Collaço.

Collaço se diz pronto

Contra o Clube do Remo, o Paysandu não sabe ainda se terá algum zagueiro reserva no banco. Com Micael suspenso por ter sido expulso em João Pessoa (PB), a zaga deve ser Perema e Wesley Matos, sem um suplente imediato. O elenco de aspirantes tem Lucão e Yan que, mesmo jovens, têm experiência no Campeonato Paraense. Quando o time se viu sem nenhum zagueiro, o improvisado foi justamente o lateral-esquerdo Bruno Collaço. O jogador se disse pronto caso haja alguma necessidade no próximo sábado (3).

“Estou pronto sim, tranquilo. Sempre me ponho à disposição para ajudar. Já aconteceu duas vezes de ajudar nessa posição. Os dois que iniciarão estão muito bem e se acontecer alguma eventualidade durante a partida estou pronto, sim”, disse o lateral.

Jogando na sua, pelo lado esquerdo, Bruno terá nesse clássico uma disputa pelo setor contra o recém contratado lateral-direito azulino Ricardo Luz. O bicolor garante que será um embate limpo, com os dois jogadores buscando o melhor para as camisas que defendem.

“Acompanhei bastante o Campeonato Paulista, ele (Luz) jogou esse estadual. É mais um jogador da equipe adversária que vai estrear em clássico. Vai procurar fazer o seu trabalho e a gente também vai tentar impor um ritmo forte, como de costume. E manter a nossa sequência que está sendo forte na esquerda, como sempre foi. É mais um jogo para imprimir o nosso ritmo forte e fazer um bom trabalho”.

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