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Esporte / Esporte Pará

CONCORRÊNCIA?

Garçom do Papão fala sobre concorrência no time bicolor

sexta-feira, 24/07/2020, 08:33 - Atualizado em 24/07/2020, 09:38 - Autor: Nildo Lima


Atacante bicolor vê com bons olhos a chegada de reforços
Atacante bicolor vê com bons olhos a chegada de reforços | Jorge Luiz/Paysandu

A chegada dos atacantes Mateus Anderson e Erik Bessa, novos contratados do Paysandu, não assusta Vinícius Leite, que agora terá uma concorrência a mais pela titularidade no time bicolor. Embora faça elogios aos dois companheiros, Leite confia que existirá espaço para todo mundo do elenco do clube na equipe. “As peças que chegaram são de grande qualidade. Inclusive já joguei com o Mateus”, afirmou, ontem, um dos “garçons” do grupo bicolor, com três assistências em nove partidas pelo clube. Leite ressaltou a maratona de jogos que o Papão fará no restante da temporada, caso o time vá até a final do Parazão.

“A gente vai precisar (revezar), são muitos jogos na sequência. Não vai ser possível estar em todos os jogos. Só em agosto serão nove partidas”, observou o jogador, incluindo na somatória dos confrontos, além dos relativos ao Estadual, os da Série C do Brasileiro, na qual o Paysandu estreia no dia 8 de agosto recebendo a visita do Santa Cruz-PE, na Curuzu. Leite revelou, na entrevista, estar disposto até a mudar de posição no sistema do treinador para “colaborar com o grupo”. “Estou aqui para ajudar. Se o professor quiser me utilizar de meia de beirada vou dar o meu melhor”, avisou.

O atacante afirmou que o grupo bicolor está com “fome de bola”, ansioso para voltar disputar jogos o quanto antes. “A nossa fome de jogar só aumenta. Desde quando parei, comentei com minha família que queria voltar ainda melhor”, contou. “Vinha fazendo os meus trabalhos em casa para melhorar aquilo que eu vinha fazendo”, afirmou. Mas, para o jogo de reestreia do Papão, no dia 1º de agosto, contra o Paragominas, Leite prevê certa dose de dificuldades para o time listrado em função do período de inatividade do grupo em treinos de conjunto.

“A gente sabe da dificuldade que vai ser essa partida porque estamos há muito tempo parados”, comentou. “Vai ser um pouco difícil atingir aquilo que a gente vinha fazendo, mas podemos fazer um bom jogo”, disse. O fato de ter dado um bom número de assistência aos companheiros e não ter marcado nenhum gol este ano é outro aspecto que, em princípio, não atormenta o atacante. “Primeiramente quero ajudar a nossa equipe, seja com assistências, seja com gols, mas sou atacante e quero melhorar essa parte de gol, pois sei que estou devendo”, argumentou ao ser questionado sobre o tema.

A gente vai precisar (revezar), são muitos jogos na sequência. Não vai ser possível estar em todos os jogos. Só em agosto serão nove partidas.


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